terça-feira, 8 de dezembro de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
CURSO DE BARALHO CIGANO O PODER DA MAGIA, RITUAIS E DOS ORÁCULOS CIGANOS.
CURSO DE BARALHO CIGANO O PODER DA MAGIA, RITUAIS E DOS ORÁCULOS CIGANOS.
OBJETIVOS: Introduzir e familiarizar aos sedentos de conhecimento da MAGIA CIGANA e os aspirantes do caminho espiritual com a ciência, a filosofia e a prática da BUENA DICHA.
LOCAL: KUMPAÑIA BUENA DICHA
ENDEREÇO: Praça Ruy de Lugo Viña nº02-altos sala nº01 Bairro do Saboó Santos São Paulo Brasil. (*ao lado do Cemitério da Filosofia)
DATA: 05/03/2009 - QUINTA-FEIRA.
HORÁRIO: 19H00 ÀS 23H00
DURAÇÃO: 6 MESES
HORA AULA: 4H00
AULAS SEMANAIS: 01 AULA
AULAS MENSAIS: 4 AULAS
TOTAL DE 32 AULAS E CARGA HORÁRIA DE 128 HORAS / AULA.
INVESTIMENTO: Seis X R$ 80,00 (OITENTA REAIS)
TOTAL DE: R$ 480,00 (QUATROCENTOS E OITENTA REAIS); AVISTA COM 10% DE DESCONTO R$ 432,00
CONTEÚDO: Nível I
1ª Parte:
- Origem e Diáspora do Povo Cigano:
Da Índia ao Afeganistão, Irã, Armênia, Turquia, Pérsia, Síria, Síria, Oriente Médio, Mediterrâneo, Egito, Palestina, Trácia, Grécia, Sérvia, Bulgária, Romênia, (República Checa e em Lindau [Alemanha]), França, Sisteron, Provença. Armênia, Armênia, África do Norte, estreito de Gibraltar, Península Ibérica, entre outras, até chegarem às Américas.
- O sagrado na óptica dos Ciganos
- As Culturas que passaram os Ciganos e sua Semiótica - Semiose das mesmas
- Estudo das teogonias - cosmogonias - teologias destas culturas e a influência nos ciganos
- Santa Sara Kali a Santa dos Ciganos
2ª Parte:
- Definição da Buena Dicha; História do baralho cigano; Significado carta a carta; Combinações de cartas; Métodos de leitura; Preparando uma mesa de leitura; Treino de jogo; Rituais ciganos de consagração das cartas; Orações a Santa Sara Kali; Agende sua consulta com a equipe dos Oráculos e Terapeutas da KUMPAÑIA BUENA DICHA - atendimento de segunda a segunda com hora marcada: (13) 3021-6100 (COM RAFAEL).
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Curiosidades sobre o Povo Cigano
Há uma lenda cigana, passada por gerações e gerações, que diz que o povo cigano foi guiado por um rei no passado e que se instalaram em uma cidade da Índia chamada Sind onde eram muito felizes. Mas em um conflito, os muçulmanos os expulsaram , destruindo toda a cidade. Desde então foram obrigados a vagar de uma nação a outra...
Outras informações sobre as origens dos ciganos foram obtidas através de estudos lingüísticos feitos a partir do século passado. A comparação entre os vários dialetos que constituem a língua cigana, chamada romaní ou romanês, e algumas línguas indianas, como o sânscrito, o prácrito, o maharate e o punjabi, permitiu que se estabelecesse com certeza a origem indiana dos ciganos.
A razão pela qual abandonaram as terras nativas da Índia permanece ainda envolvida em mistério. Parece que eram originariamente sedentários e que devido ao surgimento de situações adversas, tiveram que viver como nômades. Segundo outra lenda, narrada pelo poeta persa Firdausi no século V d.C., um rei persa mandou vir da Índia dez mil Luros, nome atribuído aos ciganos, para entreter o seu povo com música.
É provável que a corrente migratória tenha passado na Pérsia, mas em data mais recente, entre os séculos IX e X. Vários grupos penetraram no Ocidente, seja pelo Egito, seja pela via dos peregrinos, isto é, Creta e o Peloponeso. O caráter misterioso dos ciganos deixou uma profunda impressão na sociedade medieval.
Mas a curiosidade se transformou em hostilidade, devido aos hábitos de vida muito diferentes daqueles que tinham as populações sedentárias.
A presença de bandos de ex-militares e de mendigos entre os ciganos contribuiu para piorar sua imagem. Além disso, as possibilidades de assentamento eram escassas, pois a única possibilidade de sobrevivência consistia em viver às margens das sociedades. Os preconceitos já existentes eram reforçados pelo convencimento difundido na Europa que a pele escura fosse sinal de inferioridade e de malvadeza.
Os ciganos eram facilmente identificados com os Turcos porque indiretamente e em parte eram provenientes das terras dos infiéis, assim eram considerados inimigos da igreja, a qual, condenava as práticas ligadas ao sobrenatural, como a cartomancia e a leitura das mãos que os ciganos costumavam exercer. A falta de uma ligação histórica precisa a uma pátria definida ou a uma origem segura não permitia o reconhecimento como grupo étnico bem individualizado, ainda que por longo tempo haviam sido qualificados como Egípcios.
A oposição aos ciganos se delineou também nas corporações, que tendiam a excluir concorrentes no artesanato, sobretudo no âmbito do trabalho com metais. O clima de suspeitas e preconceitos se percebe na criação de lendas e provérbios tendendo a por os ciganos sob mau conceito, a ponto de recorrer-se à Bíblia para considerá-los descendentes de Caim, e portanto, malditos (Gênesis 9:25).
Difundiu-se também a lenda de que eles teriam fabricado os pregos que serviram para crucificar Cristo (ou, segundo outra versão, que eles teriam roubado o quarto prego, tornando assim mais dolorosa a crucificação do Senhor).
Dos preconceitos á discriminação, até chegar as perseguições. Na Sérvia e na Romênia foram mantidos em estado de escravidão por um certo tempo; a caça ao cigano aconteceu com muita crueldade e com bárbaros tratamentos. Deportações, torturas e matanças foram praticadas em vários Estados, especialmente com a consolidação dos Estados nacionais.
Sob o nazismo os ciganos tiveram um tratamento igual ao dos judeus: muitos deles foram enviados aos campos de concentração, onde foram submetidos a experiências de esterilização, usados como cobaias humanas. Calcula-se que meio milhão de ciganos tenha sido eliminado durante o regime nazista.
Atualmente, os ciganos estão presentes em todos os países europeus, nas regiões asiáticas por eles atravessadas, nos países do oriente médio e do norte da África. Na Índia existem grupos que conservam os traços exteriores das populações ciganas: trata-se dos Lambadi ou Banjara, populações semi-nômades que os "ciganólogos" definem como "Ciganos que permaneceram na pátria".
Nas Américas e na Austrália eles chegaram acompanhando deportados e colonos; sucessivamente estabeleceram fluxos migratórios para aquelas regiões. Recentes estimativas sobre a consistência da população cigana indicam uma cifra ao redor de 12 milhões de indivíduos.
Deve-se salientar que estes dados são aproximados, pois na ausência de censos, esses se baseiam em fontes de informação nem sempre corretas e confirmadas. Na Itália inicialmente o grupo dos Sintos representava uma grande maioria, sobretudo no Norte; mas nos últimos trinta anos esse grupo foi progressivamente alcançado e às vezes suplantado pelo grupo dos Rom provenientes da vizinha antiga Iugoslávia e, em quantidades menores, de outros países do leste europeu.
Na Itália meridional já estava presente há muito tempo o grupo dos Rom Abruzzesi, vindos talvez por mar desde os Balcãs.
A família é sagrada para os ciganos. Os filhos normalmente representam uma forte fonte de subsistência. As mulheres através da prática de esmolar e da leitura de mãos. Os homens, atingida uma certa idade, são freqüentemente iniciados em outras atividades como acompanhar o pai às feiras para ajudá-lo na venda de produtos artesanais.
A Família
Além do núcleo familiar, a família extensa, que compreende os parentes com os quais sempre são mantidas relações de convivência no mesmo grupo, comunhão de interesses e de negócios, possuem freqüentes contatos, mesmo se as famílias vivem em lugares diferentes.
Um exemplo de classificação da sociedade cigana (tirado em parte do livro Mutation Tsigane, de J.P.Liégeois)::
grupo > subgrupo> nátsija (nacionalidade) > vítsa (descendência, leva o nome do chefe da estirpe) > família > indivíduo
ROM
Kalderásha
Serbijája (Sérvios)
Minéshti
Demítro
x, y, ...........
Márcovitch
x, y, ...........
outros
x, y, ...........
Papinéshti
Jonéshti
Frunkaléshti
outros
Moldovája (Moldávios)
Demóni
Jonikóni
Poróni
outros
Grekúrja (Gregos)
Bedóni
Kiriléshti
Shandoróni
outros
Vúngrika (Húngaros)
Jonéshti
outros
Xoraxája ou Xoraxané ou Horahanê (Turcos)
outros
Lovára
Churára
Machwáya
Boyásha (Ciganos de Circo)
outros
SINTI (ou MANUSH)
Gáchkane (Alemães) etc.
Estrekárja (Austríacos) etc.
Valshtiké (Franceses)
Piemontákeri (Piemonteses)
Lombardos
Marquigianos
outros
KALÉ (ou GITANOS ou CIGANOS)
Catalães etc.
Andaluzes
Portugueses
Nota:
Enquanto que entre os Rom a classificação em "subgrupos" acontece com base em identificação de tipo ergonímico (denominação que traz origem na profissão tradicionalmente exercida), entre os Sintos e os Kalé os subgrupos são geralmente designados segundo um conceito de natureza toponímica (referindo-se a lugares de assentamento histórico).
Diferentemente dos Rom, estes não conhecem outras classificações de "nátsija" e de "vítsa". Pode-se porém afirmar que o subgrupo entre os Sintos e os Kalé na realidade corresponda à "nátsja" dos Rom.
Com base nisso, o esquema de classificação social desses dois grupos pode ser configurado do seguinte modo:
grupo > subgrupo (= nátsija)> família > indivíduo
Além da família extensa, há entre os rom um conjunto de várias famílias( não necessariamente unidas entre si por laços de parentesco) mas todas pertencentes ao mesmo grupo e ao mesmo subgrupo.
O nômade é por sua própria natureza individualista e mal suporta a presença de um chefe: se tal figura não existe entre Sintos e Rom, deve-se reconhecer o respeito existente com os mais velhos, aos quais sempre recorrem. Entre os Rom a máxima autoridade judiciária é constituída pelo krisnítori, isto é, por aquele que preside a kris.
A kris é um verdadeiro tribunal cigano, constituído pelos membros mais velhos do grupo e se reúne em casos especiais, quando se deve resolver problemas delicados como controvérsias matrimoniais ou ações cometidas com danos para membros do mesmo grupo. Na kris podem participar também as mulheres, que são admitidas para falar, e a decisão unilateral cabe aos membros anciães designados, presididos pelo krisnítori, que após haver escutado as partes litigantes, decidem, depois de uma consulta, a punição que o que estiver errado deverá sofrer.
Recentemente, a controvérsia se resolve ,em geral, com o pagamento de uma soma proporcional ao tamanho da culpa, que pode chegar a vários milhares de dólares; no passado, se a culpa era particularmente grave, a punição podia consistir no afastamento do grupo ou, às vezes, em penas corporais.
Outras informações sobre as origens dos ciganos foram obtidas através de estudos lingüísticos feitos a partir do século passado. A comparação entre os vários dialetos que constituem a língua cigana, chamada romaní ou romanês, e algumas línguas indianas, como o sânscrito, o prácrito, o maharate e o punjabi, permitiu que se estabelecesse com certeza a origem indiana dos ciganos.
A razão pela qual abandonaram as terras nativas da Índia permanece ainda envolvida em mistério. Parece que eram originariamente sedentários e que devido ao surgimento de situações adversas, tiveram que viver como nômades. Segundo outra lenda, narrada pelo poeta persa Firdausi no século V d.C., um rei persa mandou vir da Índia dez mil Luros, nome atribuído aos ciganos, para entreter o seu povo com música.
É provável que a corrente migratória tenha passado na Pérsia, mas em data mais recente, entre os séculos IX e X. Vários grupos penetraram no Ocidente, seja pelo Egito, seja pela via dos peregrinos, isto é, Creta e o Peloponeso. O caráter misterioso dos ciganos deixou uma profunda impressão na sociedade medieval.
Mas a curiosidade se transformou em hostilidade, devido aos hábitos de vida muito diferentes daqueles que tinham as populações sedentárias.
A presença de bandos de ex-militares e de mendigos entre os ciganos contribuiu para piorar sua imagem. Além disso, as possibilidades de assentamento eram escassas, pois a única possibilidade de sobrevivência consistia em viver às margens das sociedades. Os preconceitos já existentes eram reforçados pelo convencimento difundido na Europa que a pele escura fosse sinal de inferioridade e de malvadeza.
Os ciganos eram facilmente identificados com os Turcos porque indiretamente e em parte eram provenientes das terras dos infiéis, assim eram considerados inimigos da igreja, a qual, condenava as práticas ligadas ao sobrenatural, como a cartomancia e a leitura das mãos que os ciganos costumavam exercer. A falta de uma ligação histórica precisa a uma pátria definida ou a uma origem segura não permitia o reconhecimento como grupo étnico bem individualizado, ainda que por longo tempo haviam sido qualificados como Egípcios.
A oposição aos ciganos se delineou também nas corporações, que tendiam a excluir concorrentes no artesanato, sobretudo no âmbito do trabalho com metais. O clima de suspeitas e preconceitos se percebe na criação de lendas e provérbios tendendo a por os ciganos sob mau conceito, a ponto de recorrer-se à Bíblia para considerá-los descendentes de Caim, e portanto, malditos (Gênesis 9:25).
Difundiu-se também a lenda de que eles teriam fabricado os pregos que serviram para crucificar Cristo (ou, segundo outra versão, que eles teriam roubado o quarto prego, tornando assim mais dolorosa a crucificação do Senhor).
Dos preconceitos á discriminação, até chegar as perseguições. Na Sérvia e na Romênia foram mantidos em estado de escravidão por um certo tempo; a caça ao cigano aconteceu com muita crueldade e com bárbaros tratamentos. Deportações, torturas e matanças foram praticadas em vários Estados, especialmente com a consolidação dos Estados nacionais.
Sob o nazismo os ciganos tiveram um tratamento igual ao dos judeus: muitos deles foram enviados aos campos de concentração, onde foram submetidos a experiências de esterilização, usados como cobaias humanas. Calcula-se que meio milhão de ciganos tenha sido eliminado durante o regime nazista.
Atualmente, os ciganos estão presentes em todos os países europeus, nas regiões asiáticas por eles atravessadas, nos países do oriente médio e do norte da África. Na Índia existem grupos que conservam os traços exteriores das populações ciganas: trata-se dos Lambadi ou Banjara, populações semi-nômades que os "ciganólogos" definem como "Ciganos que permaneceram na pátria".
Nas Américas e na Austrália eles chegaram acompanhando deportados e colonos; sucessivamente estabeleceram fluxos migratórios para aquelas regiões. Recentes estimativas sobre a consistência da população cigana indicam uma cifra ao redor de 12 milhões de indivíduos.
Deve-se salientar que estes dados são aproximados, pois na ausência de censos, esses se baseiam em fontes de informação nem sempre corretas e confirmadas. Na Itália inicialmente o grupo dos Sintos representava uma grande maioria, sobretudo no Norte; mas nos últimos trinta anos esse grupo foi progressivamente alcançado e às vezes suplantado pelo grupo dos Rom provenientes da vizinha antiga Iugoslávia e, em quantidades menores, de outros países do leste europeu.
Na Itália meridional já estava presente há muito tempo o grupo dos Rom Abruzzesi, vindos talvez por mar desde os Balcãs.
A família é sagrada para os ciganos. Os filhos normalmente representam uma forte fonte de subsistência. As mulheres através da prática de esmolar e da leitura de mãos. Os homens, atingida uma certa idade, são freqüentemente iniciados em outras atividades como acompanhar o pai às feiras para ajudá-lo na venda de produtos artesanais.
A Família
Além do núcleo familiar, a família extensa, que compreende os parentes com os quais sempre são mantidas relações de convivência no mesmo grupo, comunhão de interesses e de negócios, possuem freqüentes contatos, mesmo se as famílias vivem em lugares diferentes.
Um exemplo de classificação da sociedade cigana (tirado em parte do livro Mutation Tsigane, de J.P.Liégeois)::
grupo > subgrupo> nátsija (nacionalidade) > vítsa (descendência, leva o nome do chefe da estirpe) > família > indivíduo
ROM
Kalderásha
Serbijája (Sérvios)
Minéshti
Demítro
x, y, ...........
Márcovitch
x, y, ...........
outros
x, y, ...........
Papinéshti
Jonéshti
Frunkaléshti
outros
Moldovája (Moldávios)
Demóni
Jonikóni
Poróni
outros
Grekúrja (Gregos)
Bedóni
Kiriléshti
Shandoróni
outros
Vúngrika (Húngaros)
Jonéshti
outros
Xoraxája ou Xoraxané ou Horahanê (Turcos)
outros
Lovára
Churára
Machwáya
Boyásha (Ciganos de Circo)
outros
SINTI (ou MANUSH)
Gáchkane (Alemães) etc.
Estrekárja (Austríacos) etc.
Valshtiké (Franceses)
Piemontákeri (Piemonteses)
Lombardos
Marquigianos
outros
KALÉ (ou GITANOS ou CIGANOS)
Catalães etc.
Andaluzes
Portugueses
Nota:
Enquanto que entre os Rom a classificação em "subgrupos" acontece com base em identificação de tipo ergonímico (denominação que traz origem na profissão tradicionalmente exercida), entre os Sintos e os Kalé os subgrupos são geralmente designados segundo um conceito de natureza toponímica (referindo-se a lugares de assentamento histórico).
Diferentemente dos Rom, estes não conhecem outras classificações de "nátsija" e de "vítsa". Pode-se porém afirmar que o subgrupo entre os Sintos e os Kalé na realidade corresponda à "nátsja" dos Rom.
Com base nisso, o esquema de classificação social desses dois grupos pode ser configurado do seguinte modo:
grupo > subgrupo (= nátsija)> família > indivíduo
Além da família extensa, há entre os rom um conjunto de várias famílias( não necessariamente unidas entre si por laços de parentesco) mas todas pertencentes ao mesmo grupo e ao mesmo subgrupo.
O nômade é por sua própria natureza individualista e mal suporta a presença de um chefe: se tal figura não existe entre Sintos e Rom, deve-se reconhecer o respeito existente com os mais velhos, aos quais sempre recorrem. Entre os Rom a máxima autoridade judiciária é constituída pelo krisnítori, isto é, por aquele que preside a kris.
A kris é um verdadeiro tribunal cigano, constituído pelos membros mais velhos do grupo e se reúne em casos especiais, quando se deve resolver problemas delicados como controvérsias matrimoniais ou ações cometidas com danos para membros do mesmo grupo. Na kris podem participar também as mulheres, que são admitidas para falar, e a decisão unilateral cabe aos membros anciães designados, presididos pelo krisnítori, que após haver escutado as partes litigantes, decidem, depois de uma consulta, a punição que o que estiver errado deverá sofrer.
Recentemente, a controvérsia se resolve ,em geral, com o pagamento de uma soma proporcional ao tamanho da culpa, que pode chegar a vários milhares de dólares; no passado, se a culpa era particularmente grave, a punição podia consistir no afastamento do grupo ou, às vezes, em penas corporais.
Diáspora Cigana
Há cerca de mil anos, um grupo de famílias saiu da Índia em direção ao Oeste. A essa decisão – tomada em local incerto e por motivos ignorados – devemos a sobrevivência da língua romani, a alegria inigualável das orquestras ciganas presentes através dos séculos, tanto nos palácios como nas praças, as rapsódias húngaras de Franz Lizt, o flamenco espanhol, os versos do Romancero Gitano, de Frederico Garcia Lorca, a crença nos milagres de Santa Sara, a peregrinação a Saintes-Marie-de-la Mer, na França, o aparecimento dos violinistas de restaurante indicando o momento do beijo nos filmes de Hollywood da década de 50, o conhecimento de nosso destino pela leitura das linhas das mãos.
Devemos também à diáspora dos ciganos a criação de inúmeras heroínas literárias, desde ciganas legítimas – como Esmeralda amada por Quasímodo, o corcunda de Notre Dame, a Gitanilla de Miguel de Cervantes Saavedra e a Carmem de Georges Bizet – até Capitu, que apesar de brasileira tinha olhos não apenas de ressaca, mas "de cigana oblíqua de dissimulada".
Devemos aos ciganos, enfim, a interminável intriga romântica dos 155 capítulos da novela "Explode Coração", exibida pela Rede Globo, e o remorso por termos deixado que fossem exterminados em massa durante o genocídio nazista.
Nós, os "gadje" - como eles nos chamam -, tivemos pelos ciganos, nos seus mil anos de diáspora, uma atitude pendular entre o fascínio e a desconfiança. Admiramos seu estilo de vida sem âncoras nem raízes, domando ursos, negociando cavalos, trabalhando o cobre, fazendo música.
Por outro lado, os acusamos de todos os males infamantes, da feitiçaria ao canibalismo, de rogar pragas a roubar crianças. Na verdade, as crianças roubadas foram as suas. Um exemplo entre muitos: o trem que chegou a Buchenwald em 10 de outubro de 1944 trazia 800 crianças ciganas. Foram todas assassinadas nas câmaras de gás do crematório cinco.
Durante muito tempo, não acreditávamos que os ciganos tivessem sequer uma língua. Os sons que pronunciavam aos ouvidos ocidentais como algaravia, simples código para melhor enganar os "gadje". Também não sabíamos por que eram chamados ciganos ou gitanos.
A palavra cigana teria sua origem nos "atzigani", seita herética do Oriente médio, praticante da quiromancia, enquanto gitano, corruptela de egiptano (gitane, em francês, gypcie, em inglês) seria uma lembrança da passagem dos ciganos pelo Egito de nossos, não o Egito de nossos Atlas modernos, mas o chamado "pequeno Egito", ocupando o lugar da Grécia. A explicação mais usual é que seriam sobreviventes da Atlântida.
Foi preciso esperar o século XIX para que surgisse a luz. Estudos sobre as origens da língua cigana – o romani – tornaram-se verdadeira ciência graças aos trabalhos do alemão Pott, do grego Paspati, do austríaco Micklosicyh, do italiano Ascoli. Comprovaram eles que o romani pertence à família indo-européia.
Pelo vocabulário e pela gramática está ligado ao sânscrito (como o português ao latim). Fazendo parte do grupo de línguas neo-indianas, é estritamente aparentando a línguas vivas, tais como o hindi, o goujrathi, o marata e o cachemiri.
Identificando as palavras que foram incorporando-se ao idioma original e seguindo as indicações dos antropólogos, dos historiadores, das tradições orais e até dos grupos sangüíneos foi possível estabelecer com certeza a origem dos ciganos no norte da Índia.
Vieram eles do Estado atual de Délhi ou de seus arredores, muito possivelmente do Rajastão. De lá seguiram até a Pérsia, onde seu caminho se separou em tridente, uma ponta descendo para o Egito, a segunda morrendo na Armênia, a terceira avançando pela Turquia e pela Grécia, de onde os ciganos espalharam-se por toda a Europa e, atravessando o mar, pelo continente americano. No Brasil, os primeiros grupos chegaram no século XVII, ao Maranhão.
Por onde passavam, os ciganos deixavam sua marca na música e na dança. Puristas afirmam que não existem músicas e danças essencialmente ciganas, mas apenas influências, o que gera controvérsias nas classificações. Mas esse é um assunto para especialistas.
O certo é que o cigano não apenas assimilava a música dos países nos quais vivia, mas a mantinha viva, era capaz de enriquecê-la e recicla-la a sua maneira, transportando-a além das fronteiras.
Sua música encantava igualmente o povo e a aristocracia, um dos motivos pelos quais os primeiros grupos que surgiram na Europa, por volta do século XIV, foram bem recebidos.
Cedo, no entanto, surgiu o preconceito com suas conseqüências. Primeiro, a exclusão dos ritos sociais: a Igreja não enterrava ciganos em campos consagrados nem batizava seus filhos. Depois, o arsenal completo da perseguição: ferro em brasa, forca, decapitação, suplício da roda, deportação em massa.
No tempo do nazismo, os ciganos sofreram a mesma sorte dos judeus e dos homossexuais, assassinados lado a lado nos campos de concentração de Ravensbrück, Dachau, Buchenwald, Auschwitz e Birkenau. Não se sabe bem por qual razão, os nazistas permitiram que conservassem seus instrumentos musicais. A música serviu-lhes de último consolo.
Um sobrevivente não cigano relembra uma passagem do ano de 1939 em Buchenwald: "De repente, o som de um violino cigano surgiu de uma das barracas, ao longe, como que vindo de uma época e de uma atmosfera mais feliz... Árias da estepe húngara, melodias de Viena e de Budapeste, canções de minha terra".
Devemos também à diáspora dos ciganos a criação de inúmeras heroínas literárias, desde ciganas legítimas – como Esmeralda amada por Quasímodo, o corcunda de Notre Dame, a Gitanilla de Miguel de Cervantes Saavedra e a Carmem de Georges Bizet – até Capitu, que apesar de brasileira tinha olhos não apenas de ressaca, mas "de cigana oblíqua de dissimulada".
Devemos aos ciganos, enfim, a interminável intriga romântica dos 155 capítulos da novela "Explode Coração", exibida pela Rede Globo, e o remorso por termos deixado que fossem exterminados em massa durante o genocídio nazista.
Nós, os "gadje" - como eles nos chamam -, tivemos pelos ciganos, nos seus mil anos de diáspora, uma atitude pendular entre o fascínio e a desconfiança. Admiramos seu estilo de vida sem âncoras nem raízes, domando ursos, negociando cavalos, trabalhando o cobre, fazendo música.
Por outro lado, os acusamos de todos os males infamantes, da feitiçaria ao canibalismo, de rogar pragas a roubar crianças. Na verdade, as crianças roubadas foram as suas. Um exemplo entre muitos: o trem que chegou a Buchenwald em 10 de outubro de 1944 trazia 800 crianças ciganas. Foram todas assassinadas nas câmaras de gás do crematório cinco.
Durante muito tempo, não acreditávamos que os ciganos tivessem sequer uma língua. Os sons que pronunciavam aos ouvidos ocidentais como algaravia, simples código para melhor enganar os "gadje". Também não sabíamos por que eram chamados ciganos ou gitanos.
A palavra cigana teria sua origem nos "atzigani", seita herética do Oriente médio, praticante da quiromancia, enquanto gitano, corruptela de egiptano (gitane, em francês, gypcie, em inglês) seria uma lembrança da passagem dos ciganos pelo Egito de nossos, não o Egito de nossos Atlas modernos, mas o chamado "pequeno Egito", ocupando o lugar da Grécia. A explicação mais usual é que seriam sobreviventes da Atlântida.
Foi preciso esperar o século XIX para que surgisse a luz. Estudos sobre as origens da língua cigana – o romani – tornaram-se verdadeira ciência graças aos trabalhos do alemão Pott, do grego Paspati, do austríaco Micklosicyh, do italiano Ascoli. Comprovaram eles que o romani pertence à família indo-européia.
Pelo vocabulário e pela gramática está ligado ao sânscrito (como o português ao latim). Fazendo parte do grupo de línguas neo-indianas, é estritamente aparentando a línguas vivas, tais como o hindi, o goujrathi, o marata e o cachemiri.
Identificando as palavras que foram incorporando-se ao idioma original e seguindo as indicações dos antropólogos, dos historiadores, das tradições orais e até dos grupos sangüíneos foi possível estabelecer com certeza a origem dos ciganos no norte da Índia.
Vieram eles do Estado atual de Délhi ou de seus arredores, muito possivelmente do Rajastão. De lá seguiram até a Pérsia, onde seu caminho se separou em tridente, uma ponta descendo para o Egito, a segunda morrendo na Armênia, a terceira avançando pela Turquia e pela Grécia, de onde os ciganos espalharam-se por toda a Europa e, atravessando o mar, pelo continente americano. No Brasil, os primeiros grupos chegaram no século XVII, ao Maranhão.
Por onde passavam, os ciganos deixavam sua marca na música e na dança. Puristas afirmam que não existem músicas e danças essencialmente ciganas, mas apenas influências, o que gera controvérsias nas classificações. Mas esse é um assunto para especialistas.
O certo é que o cigano não apenas assimilava a música dos países nos quais vivia, mas a mantinha viva, era capaz de enriquecê-la e recicla-la a sua maneira, transportando-a além das fronteiras.
Sua música encantava igualmente o povo e a aristocracia, um dos motivos pelos quais os primeiros grupos que surgiram na Europa, por volta do século XIV, foram bem recebidos.
Cedo, no entanto, surgiu o preconceito com suas conseqüências. Primeiro, a exclusão dos ritos sociais: a Igreja não enterrava ciganos em campos consagrados nem batizava seus filhos. Depois, o arsenal completo da perseguição: ferro em brasa, forca, decapitação, suplício da roda, deportação em massa.
No tempo do nazismo, os ciganos sofreram a mesma sorte dos judeus e dos homossexuais, assassinados lado a lado nos campos de concentração de Ravensbrück, Dachau, Buchenwald, Auschwitz e Birkenau. Não se sabe bem por qual razão, os nazistas permitiram que conservassem seus instrumentos musicais. A música serviu-lhes de último consolo.
Um sobrevivente não cigano relembra uma passagem do ano de 1939 em Buchenwald: "De repente, o som de um violino cigano surgiu de uma das barracas, ao longe, como que vindo de uma época e de uma atmosfera mais feliz... Árias da estepe húngara, melodias de Viena e de Budapeste, canções de minha terra".
Música Cigana
Foi na Europa central e oriental que a música cigana (vocal e instrumental) teve – e continua a ter – seu público mais fiel e apaixonado. Os elementos musicais turco-árabes, recolhidos pelos músicos ciganos nas cores dos paxás e dos beis, floresceram na Hungria com a incorporação dos instrumentos, da técnica, da orquestração e da harmonização europeus.
Desde o século XVII, os senhores magiares mantinham orquestras ciganas.
Dois nomes ficaram na história: o do cimbalista Simon Banyak, protegido da imperatriz Maria Teresa, e Janos Bihari, autor de "Kronunhs", música para o coração da imperatriz Maria Luisa da Hungria, em 1808.
Assim como na Hungria e na Transilvânia, os ciganos eram numerosos na Moldávia, na Valáquia e nos países que viviam a formar a Iugoslávia. Grupos de cantores ciganos foram introduzidos na Rússia pelo conde Aléxis da Moldávia, sob o reinado de Catarina, a Grande, e fizeram enorme sucesso nos anos que se seguiram à guerra de 1812 contra Napoleão.
A música cigana espanhola, conhecida desde os tempos de Cervantes, ganhou popularidade universal com o canto jondo.
Vários compositores europeus foram intensamente influenciados pelos ciganos. Além de Liszt, o mais conhecido, também Haydn, Schubert, Beethoven e Brahms.
Dança Cigana
Danças ciganas sempre foram atração especial nas cortes européias, a começar pela francesa. Desde o tempo de Henrique IV apresentavam-se dançarinos ciganos no castelo de Fontainebleau e na residência da marquesa de Sévigné. Moliére, em O Casamento Forçado, introduz no palco um grupo de ciganos e ciganos dançando ao som de pandeiros. Numa das apresentações, o próprio Luís XIV dançou vestido de cigano.
Na Turquia, a dança era uma das profissões ciganas mais características. O cortejo das tropas de Constantinopla que desfilou para sultão Mourad IV, no século XVII, tinha, após a seção dos músicos, uma seção de dançarinos, entre os quais numerosos ciganos.
Em Portugal, a Farsa das Ciganas, de Gil Vicente, apresentada em 1521, mostrava quatro mulheres ciganas que cantavam e dançavam.
Foi na Espanha, entretanto e, sobretudo nas terras do sul, no antigo reinado de Granada, que a dança cigana floresceu em seu terreno mais fértil. De seu encontro com a arte árabe nasceria o inigualável flamenco da Andaluzia.
A Língua dos Ciganos
A língua cigana (o romani) é uma língua da família indo-européia. Pelo vocabulário e pela gramática, está ligada ao sânscrito. Fazendo parte do grupo de línguas neo-indianas, é estreitamente aparentada a línguas vivas tais como o hindi, o goujrathi, o marathe, o cachemiri. No entanto, eles assimilariam muitos vocábulos das línguas dos países por onde passaram.
Desde o século XVII, os senhores magiares mantinham orquestras ciganas.
Dois nomes ficaram na história: o do cimbalista Simon Banyak, protegido da imperatriz Maria Teresa, e Janos Bihari, autor de "Kronunhs", música para o coração da imperatriz Maria Luisa da Hungria, em 1808.
Assim como na Hungria e na Transilvânia, os ciganos eram numerosos na Moldávia, na Valáquia e nos países que viviam a formar a Iugoslávia. Grupos de cantores ciganos foram introduzidos na Rússia pelo conde Aléxis da Moldávia, sob o reinado de Catarina, a Grande, e fizeram enorme sucesso nos anos que se seguiram à guerra de 1812 contra Napoleão.
A música cigana espanhola, conhecida desde os tempos de Cervantes, ganhou popularidade universal com o canto jondo.
Vários compositores europeus foram intensamente influenciados pelos ciganos. Além de Liszt, o mais conhecido, também Haydn, Schubert, Beethoven e Brahms.
Dança Cigana
Danças ciganas sempre foram atração especial nas cortes européias, a começar pela francesa. Desde o tempo de Henrique IV apresentavam-se dançarinos ciganos no castelo de Fontainebleau e na residência da marquesa de Sévigné. Moliére, em O Casamento Forçado, introduz no palco um grupo de ciganos e ciganos dançando ao som de pandeiros. Numa das apresentações, o próprio Luís XIV dançou vestido de cigano.
Na Turquia, a dança era uma das profissões ciganas mais características. O cortejo das tropas de Constantinopla que desfilou para sultão Mourad IV, no século XVII, tinha, após a seção dos músicos, uma seção de dançarinos, entre os quais numerosos ciganos.
Em Portugal, a Farsa das Ciganas, de Gil Vicente, apresentada em 1521, mostrava quatro mulheres ciganas que cantavam e dançavam.
Foi na Espanha, entretanto e, sobretudo nas terras do sul, no antigo reinado de Granada, que a dança cigana floresceu em seu terreno mais fértil. De seu encontro com a arte árabe nasceria o inigualável flamenco da Andaluzia.
A Língua dos Ciganos
A língua cigana (o romani) é uma língua da família indo-européia. Pelo vocabulário e pela gramática, está ligada ao sânscrito. Fazendo parte do grupo de línguas neo-indianas, é estreitamente aparentada a línguas vivas tais como o hindi, o goujrathi, o marathe, o cachemiri. No entanto, eles assimilariam muitos vocábulos das línguas dos países por onde passaram.
Religião dos Ciganos
Os ciganos, ao deixarem a Índia, não carregaram suas divindades. Eles possuíam na sua língua apenas uma palavra para designar Deus (Del, Devel). Eles se adaptaram facilmente às religiões dos países onde permaneceram. No mundo bizantino, tornaram-se cristãos. Já no início do século XIV, em Creta, praticavam o rito grego.
Nos países conquistados pelos turcos, muitos ciganos permaneceram cristãos enquanto que outros renderam-se ao Islã. Desde suas primeiras migrações em direção ao Oeste eles diziam ser cristãos e se conduziam como peregrinos.
A peregrinação mais citada em nossos dias, quando nos referimos aos ciganos, é a de Saintes-Maries-de-la-Mer, na região da Camargue (sul da França). Antigamente era chamada de Notres-Dames-de-la-Mer. Mas não foi provado que, sob o Antigo Regime, os ciganos tenham tomado parte na grande peregrinação cristã de 24 e 25 de maio, tão popular desde a descoberta no tempo do rei René, das relíquias de Santa Maria Jacobé e de Santa Maria Salomé, que surgiram milagrosamente em uma praia vizinha. Nem que já venerassem a serva das santas Marias, Santa Sara a Egípcia, que eles anexarão mais tarde como sua compatriota e padroeira.
A origem do culto de Santa Sara permanece um mistério e foi provavelmente na primeira metade do século XIX que os Boêmios criaram o hábito da grande peregrinação anual a Camargue.
(Fonte: Livro Mille ans d'histoire des Tsiganes, autor: François de Vaux de Foletier).
Texto cedido por Ruth Escobar. 8º Festival de Artes Cênicas de São Paulo
Vários ditados ciganos em Romanês fazem alusão à benção de gerar filhos:
• "E JULI QUE NAILA CHAVÊ THI SPORIL E VITZA"
( A mulher que não tem filho passa pela vida e não vive);
• "MAI FALIL EK CHAU ANO DY, DIKÊ EK GUNÔ PERDO GALBENTÇA"
( Mais vale um filho no ventre do que um baú cheio de moedas de ouro);
• "NAI LOVÊ ANÊ LUMIA THIE POTINÁS EK CHAU"
( Não existe dinheiro no mundo que pague um filho).
Dentro da comunidade cigana, o casal em que um dos dois seja impossibilitado de ter filhos, embora amando-se, a comunidade faz com que se separem, porque o amor que se têm pela perpetuação da raça supera ou abafa qualquer outro sentimento.
A família, para o povo cigano, é o seu maior patrimônio.
Nos países conquistados pelos turcos, muitos ciganos permaneceram cristãos enquanto que outros renderam-se ao Islã. Desde suas primeiras migrações em direção ao Oeste eles diziam ser cristãos e se conduziam como peregrinos.
A peregrinação mais citada em nossos dias, quando nos referimos aos ciganos, é a de Saintes-Maries-de-la-Mer, na região da Camargue (sul da França). Antigamente era chamada de Notres-Dames-de-la-Mer. Mas não foi provado que, sob o Antigo Regime, os ciganos tenham tomado parte na grande peregrinação cristã de 24 e 25 de maio, tão popular desde a descoberta no tempo do rei René, das relíquias de Santa Maria Jacobé e de Santa Maria Salomé, que surgiram milagrosamente em uma praia vizinha. Nem que já venerassem a serva das santas Marias, Santa Sara a Egípcia, que eles anexarão mais tarde como sua compatriota e padroeira.
A origem do culto de Santa Sara permanece um mistério e foi provavelmente na primeira metade do século XIX que os Boêmios criaram o hábito da grande peregrinação anual a Camargue.
(Fonte: Livro Mille ans d'histoire des Tsiganes, autor: François de Vaux de Foletier).
Texto cedido por Ruth Escobar. 8º Festival de Artes Cênicas de São Paulo
Vários ditados ciganos em Romanês fazem alusão à benção de gerar filhos:
• "E JULI QUE NAILA CHAVÊ THI SPORIL E VITZA"
( A mulher que não tem filho passa pela vida e não vive);
• "MAI FALIL EK CHAU ANO DY, DIKÊ EK GUNÔ PERDO GALBENTÇA"
( Mais vale um filho no ventre do que um baú cheio de moedas de ouro);
• "NAI LOVÊ ANÊ LUMIA THIE POTINÁS EK CHAU"
( Não existe dinheiro no mundo que pague um filho).
Dentro da comunidade cigana, o casal em que um dos dois seja impossibilitado de ter filhos, embora amando-se, a comunidade faz com que se separem, porque o amor que se têm pela perpetuação da raça supera ou abafa qualquer outro sentimento.
A família, para o povo cigano, é o seu maior patrimônio.
Culinária Cigana
Culinária Cigana
Na culinária cigana são indispensáveis: o cravo, a canela, o louro, o manjericão, o gengibre, os frutos do mar, as frutas cítricas e as frutas secas, o vinho, o mel, as maçãs, as pêras, os damascos, as ameixas e as uvas que fazem parte inclusive dos segredos de uma cozinha deveras afrodisíaca.
Pratos Tradicionais
Armiana: Salada de alface (em rodelas) com champignon; queijo de cabra, cenoura, beterraba (em pedaços) e beringela frita (em tiras). Enfeitas com uvas-passas, raminhos de hortelã e pétalas de flores.
Assados: Pernil de carneiro (Bakró); Pernil de leitão (Baló); Cabrito frito com arroz e brócolis (ou lentilha ou nozes); e/ou roletes de carne bovina ou frango com pedaços de cebola, pimentão (verde e amarelo) e tomate.
Brynza: Queijo de cabra (cru ou frito).
Chivuiza: Destilado à base de trigo (espécie de aguardente).
Civiaco: Torta salgada ou doce.
Manouche: feijões vermelhos grandes, pedaços de carne e de ossos de pernil de porco, alhos-porós em pedaços, salsão com as folhas em pedaços, alhos comuns inteiros com casca, cenouras e batatas cortadas em pedaços grandes, sal e pimenta-do-reino (moída na hora) à gosto; arroz branco que deve ser incorporado na última etapa do cozimento.
Goulash: Cozido de rroz, batata, pedaços de carne bovina e páprica ardida.
Malay: Pão de milho.
Manrô/Lolako: Pão redondo de Farinha de Trigo.
Mamalyga: Polenta.
Naut: Grão de Bico com lingüiça.
Paprikach: Costela defumada (bovina ou suína) e bacon ao molho vermelho de tomate e pimentão com batatas pequenas, cozidas (na casca) e páprica doce.
Papuchá: Pirão de Milho.
Sifrite: Ponche de Frutas com Champagne, Vinho e/ou refrigerante. Enfeitar com pétalas de rosa
Sarmá: Arroz com lentilha, carne seca desfiada e nozes.
Sarmy/Salmava: Charutos ou Rolinhos feitos em folhas de repolho recheados com lombo ou carna bovina moída, azeitonas, bacon e molho dourado; e/ou em folha de uva com recheio de bacalhau.
Tchaio/Kavi: Chá Cigano feito com Chá Preto ou Mate com pedaços de frutas (maçã: felicidade; uva fresca: prosperidade; uva passa ou ameixa: progresso; morango: amor; damasco: sensualidade; pêssego: equilíbrio pessoal; limão: energia positiva e purificação da alma). Fazer o chá em água fervente e deixar amornar. Colocar as frutas maceradas, misturar bem, coar e beber.
Varensky: Pastel cozido podendo ser doce (recheado com uva) ou salgado (recheado com batata ou queijo de cabra).
Vino: Vinho tinto.
Chá Cigano
INGREDIENTES:
1 litro de Água
3 cravos-da-Índia
4 saquinhos de Chá Preto
3 pedaços de canela em pau
1 rodela de limão
1 fatia de maçã
1 morango
1 uva
1 damasco
MODO DE FAZER:
Ferva a Água, colocando os saquinhos de Chá Preto, o cravo-da-Índia e a canela. Após ferver, apague o fogo e coloque os outros ingredientes. Adoce a gosto e sirva.
Poção Cigana para Fortalecer os Pulmões
INGREDIENTES:
1 garrafa de vinho branco seco
Erva de passarinho
Assapeixe
5 folhas de saião
1 ovo de pata
1 pedaço de marmelada
MODO DE FAZER:
Coloque tudo dentro da garrafa e deixe por 3 dias em lugar fresco e escuro. Tomar um cálice antes das refeições.
Na culinária cigana são indispensáveis: o cravo, a canela, o louro, o manjericão, o gengibre, os frutos do mar, as frutas cítricas e as frutas secas, o vinho, o mel, as maçãs, as pêras, os damascos, as ameixas e as uvas que fazem parte inclusive dos segredos de uma cozinha deveras afrodisíaca.
Pratos Tradicionais
Armiana: Salada de alface (em rodelas) com champignon; queijo de cabra, cenoura, beterraba (em pedaços) e beringela frita (em tiras). Enfeitas com uvas-passas, raminhos de hortelã e pétalas de flores.
Assados: Pernil de carneiro (Bakró); Pernil de leitão (Baló); Cabrito frito com arroz e brócolis (ou lentilha ou nozes); e/ou roletes de carne bovina ou frango com pedaços de cebola, pimentão (verde e amarelo) e tomate.
Brynza: Queijo de cabra (cru ou frito).
Chivuiza: Destilado à base de trigo (espécie de aguardente).
Civiaco: Torta salgada ou doce.
Manouche: feijões vermelhos grandes, pedaços de carne e de ossos de pernil de porco, alhos-porós em pedaços, salsão com as folhas em pedaços, alhos comuns inteiros com casca, cenouras e batatas cortadas em pedaços grandes, sal e pimenta-do-reino (moída na hora) à gosto; arroz branco que deve ser incorporado na última etapa do cozimento.
Goulash: Cozido de rroz, batata, pedaços de carne bovina e páprica ardida.
Malay: Pão de milho.
Manrô/Lolako: Pão redondo de Farinha de Trigo.
Mamalyga: Polenta.
Naut: Grão de Bico com lingüiça.
Paprikach: Costela defumada (bovina ou suína) e bacon ao molho vermelho de tomate e pimentão com batatas pequenas, cozidas (na casca) e páprica doce.
Papuchá: Pirão de Milho.
Sifrite: Ponche de Frutas com Champagne, Vinho e/ou refrigerante. Enfeitar com pétalas de rosa
Sarmá: Arroz com lentilha, carne seca desfiada e nozes.
Sarmy/Salmava: Charutos ou Rolinhos feitos em folhas de repolho recheados com lombo ou carna bovina moída, azeitonas, bacon e molho dourado; e/ou em folha de uva com recheio de bacalhau.
Tchaio/Kavi: Chá Cigano feito com Chá Preto ou Mate com pedaços de frutas (maçã: felicidade; uva fresca: prosperidade; uva passa ou ameixa: progresso; morango: amor; damasco: sensualidade; pêssego: equilíbrio pessoal; limão: energia positiva e purificação da alma). Fazer o chá em água fervente e deixar amornar. Colocar as frutas maceradas, misturar bem, coar e beber.
Varensky: Pastel cozido podendo ser doce (recheado com uva) ou salgado (recheado com batata ou queijo de cabra).
Vino: Vinho tinto.
Chá Cigano
INGREDIENTES:
1 litro de Água
3 cravos-da-Índia
4 saquinhos de Chá Preto
3 pedaços de canela em pau
1 rodela de limão
1 fatia de maçã
1 morango
1 uva
1 damasco
MODO DE FAZER:
Ferva a Água, colocando os saquinhos de Chá Preto, o cravo-da-Índia e a canela. Após ferver, apague o fogo e coloque os outros ingredientes. Adoce a gosto e sirva.
Poção Cigana para Fortalecer os Pulmões
INGREDIENTES:
1 garrafa de vinho branco seco
Erva de passarinho
Assapeixe
5 folhas de saião
1 ovo de pata
1 pedaço de marmelada
MODO DE FAZER:
Coloque tudo dentro da garrafa e deixe por 3 dias em lugar fresco e escuro. Tomar um cálice antes das refeições.
BUENA DICHA BUFFET
A Kumpania Buena Dicha possui serviços de Buffet, oferece tambem 06 opções de Kit, feitos de acordo com sua necessidades.
Bolos,Doces, Salgados, assadinhos empadas e mini-pizza.
Kit nº1
* 100 Salgados
* 50 Doces
* Bolo Decorado (assadeira nº 01)
* R$ 80,60
Kit nº02
*200 Salgados
*100 Doces
* Bolo Decorado (assadeira nº 02)
*R$ 130,00
Kit nº 03
*300 Salgados
*150 Doces
* Bolo Decorado (assadeira nº03)
*R$178,10
Kit nº04
*400 Salgados
*200 Doces
*Bolo Decorado ( assadeira Nº03)
*R$227,50
Kit nº05
*500 Salgados
*250 Doces
*Bolo Decorado (assadeira nº 04 )
*R$275,60
Kit nº06
*800 Salgados
*400 Doces
*Bolo Decorado (assadeira nº )
*R$418,60
* Ofereçemos tambem mesa de frios.
* Garçonetes.
* Fritadeira.
Bolos,Doces, Salgados, assadinhos empadas e mini-pizza.
Kit nº1
* 100 Salgados
* 50 Doces
* Bolo Decorado (assadeira nº 01)
* R$ 80,60
Kit nº02
*200 Salgados
*100 Doces
* Bolo Decorado (assadeira nº 02)
*R$ 130,00
Kit nº 03
*300 Salgados
*150 Doces
* Bolo Decorado (assadeira nº03)
*R$178,10
Kit nº04
*400 Salgados
*200 Doces
*Bolo Decorado ( assadeira Nº03)
*R$227,50
Kit nº05
*500 Salgados
*250 Doces
*Bolo Decorado (assadeira nº 04 )
*R$275,60
Kit nº06
*800 Salgados
*400 Doces
*Bolo Decorado (assadeira nº )
*R$418,60
* Ofereçemos tambem mesa de frios.
* Garçonetes.
* Fritadeira.
Terapias Alternativas:
Terapias Alternativas:
Massagem Ayurvédica
Ayurveda tem as suas raízes na cultura Indiana, é mencionada nas escrituras sagradas (Vedas) e Depressão e Ansiedade.
Já se tornou comum conhecer alguém que está em depressão.
Algumas pessoas não admitem que estão tristes e sem se aperceberem acabam por se esconderem da sociedade, perdem o interesse pelas coisas, não têm prazer pela vida.
Tornam-se irritadiças e zangadas, muitas vezes, tentam dormir e não conseguem ou dormem demasiado, perdendo a capacidade e o ritmo das suas obrigações diárias.
As consequências podem ser tensão, stress, cefaleia, deficiência nutricional, problemas da tiróide, endometriose (em mulheres), alergias, dores de estômago, entre outras.
Na perspectiva da medicina chinesa, esta doença pode ser causada por diferentes factores. O excesso de preocupações desgasta a energia do baço.
A irritação eleva a energia do fígado.
A tristeza retira a energia dos pulmões e a euforia e excitação em excesso ferem a energia do coração.
Da mesma forma as fobias e os ataques de pânico ferem os rins e o medo a vesícula.
Estamos constantemente preocupados com o emprego, a família e a saúde entre outros.
O baço juntamente com o estômago e os intestinos, é responsável por retirar a energia dos alimentos e das bebidas e distribuí-la por todo o corpo, através do seu meridiano, e a nível emocional aumenta a preocupação.
Um vazio energético no baço produz o aumento da retenção de líquidos e promove a perda da massa muscular o que origina cansaço, flacidez, a cabeça pesada e consequentemente a desmotivação.
Se o nosso cérebro anda com demasiadas preocupações, diminui-mos a energia do baço e ficamos extremamente cansados, moles e com os músculos pesados. Sentimos que não temos força e não conseguimos reagir.
Esta sensação de incapacidade provoca tristeza, que está associada à energia do pulmão, que por sua vez promove a angústia e pressão no peito.
A falta de energia prejudica também os outros órgãos, o sangue não circula bem e retira energia ao coração, o que provoca distúrbios no sono, irritação e stress e o aumento da energia do fígado este aumento torna-nos ainda mais tensos e fatigados.
Na Medicina Chinesa, que segue a filosofia Taoista, para chegarmos a um diagnóstico preciso da depressão e da ansiedade, trabalhamos com os Cinco Elementos (Madeira, Fogo, Terra, Metal e Água).
O fígado está associado ao elemento Madeira e o baço ao elemento Terra.
Do mesmo modo que na natureza a terra alimenta a madeira, esgotando a terra (por isso é que temos de a nutrir novamente), na MTC quando o fígado tem energia em excesso, o baço está sem energia.
Esta falta de energia tem como consequências a falta de motivação, perturbações no apetite, inibição física e intelectual, desvalorização pessoal e pensamentos associados à morte.
Todas estas desordens são funcionais, ou seja, não correspondem a lesões em órgãos, o as torna resistentes ao tratamento.
A Medicina Chinesa tem respostas eficazes para o tratamento da ansiedade e da depressão.
Além da Acupunctura nos meridianos do fígado, coração e rins e outros pontos (variáveis de pessoa para pessoa) para restabelecer o equilíbrio da energia e das emoções, a Fitoterapia também dá respostas eficazes.
Vem sendo praticada desde á 5000 anos.
Segundo a mitologia Hindu, no princípio os seres humanos eram imortais, unos com o Cosmos.
O Homem começou em determinado momento a interagir com o ambiente, violando as leis da natureza, alterando assim a sua harmonia interna e desta forma surgiu a doença e consequente morte do corpo.
Os sábios da Índia (sadhis) através da meditação iluminada receberam o conhecimento da longa vida, Ayurveda, para ajudar o homem a combater a doença e o sofrimento.
A massagem Ayurveda é indicada no tratamento de algumas patologias mas regra geral é praticada para a conservação da saúde.
É aconselhada a massagem regular bem como uma alimentação equilibrada, ioga e meditação.
A massagem ayurveda distingue-se de outras massagens terapêuticas pela sua forma e amplitude de acção.
Há todo um ritual na massagem que envolve não só o corpo mas também o relaxamento mental e a harmonia com o espírito.
Desta feita a massagem ayurveda decorre num ambiente tranquilo com som apropriado, luz e aromas que lhe são próprios.
É realizada no chão sobre um colchão fino.
A massagem ayurveda respeita o sentido energético do corpo e utiliza o antigo conhecimento dos chacras, ou centros de energia interna.
São também realizadas manobras de tracção em conjunto com a massagem, que decorre com a ajuda de óleos apropriados á constituição individual.
Todo o trabalho fundamenta-se na necessidade de reequilibrar o ser humano com a eterna harmonia interior, ligando-o ao cosmos novamente e desta forma contribuindo para o aumento da longevidade, felicidade e auto-realização.
A massagem ayurveda tem um alcance surpreendente porque age directamente na fonte, ou seja, no equilíbrio interno do indivíduo.
Ao reequilibrar todo o organismo este encontra a sua cura porque é a saúde que é natural ao corpo.
Com a harmonização do corpo, mente e espírito não existe lugar para a doença pois esta resulta da desordem.
Uma das muitas características próprias de Ayurveda é o conceito de dosha.
Toda a matéria surge através dos cinco elementos: água, terra, fogo, ar e éter.
Estes cinco elementos combinam-se entre si dando origem a três humores corporais: kapha, Pitta e vata.
Cada ser humano tem em si uma combinação única que é formada no momento da concepção, com predominância de um ou mais doshas.
Através do ambiente externo e de hábitos ao longo da vida, o organismo sofre desequilíbrios que alteram o prakriti, ou constituição individual.
A massagem ayurveda auxilia na harmonização dos doshas, restaurando a saúde e o bem-estar.
Aromaterapia
Terapêutica que utiliza Óleos Essenciais 100% puros para a prevenção e/ou tratamento auxiliar de problemas físicos,psicológicos e energéticos,com o objectivo de proporcionar o bem-estar geral no ser humano. É utilizada para tratar a pele, auxilia na cura de doenças comuns, além de relaxar o corpo e a mente.
Drenagem Linfática
Drenagem Linfática é sinónimo de saúde. Além de cuidar da parte estética, também proporciona um excelente efeito terapêutico. Como benefícios, a Drenagem Linfática elimina gorduras localizadas, proporciona relaxamento, eliminando também líquidos e toxinas do organismo. Ajuda na redução de varizes, pré e pós-cirúrgia plástica, lipoaspiração e gravidez. Melhora o aspecto da pele, activando a circulação Sanguínea e Linfática .
Conheça os benefícios, que, são tanto Terapêuticos quanto Estéticos:
Elimina gorduras localizadas e líquidos do organismo;
Indicada: Pré e Pós-cirurgico;
Ajuda a diminuir varizes e microvarizes;
Melhora o aspecto da pele, activando a circulação;
Proporciona um agradável relaxamento;
Auxilia no Tratamento TPM, aliviando as cólicas;
Trabalha o bom funcionamento do intestino;
Elimina toxinas do corpo.
Massagem com Pedras Geotermais
Pedras quentes e frias, um sopro de bem-estar
O uso de pedras e de pedras semipreciosas com fins curativos data de há muitos milhares de anos.
Documentos escritos e histórias que foram transmitidas verbalmente confirmam que os Chineses usavam pedras aquecidas há mais de dois mil anos como meio de melhorar a função dos órgãos internos. As pedras também eram usadas com fins curativos na América Norte, América do Sul, África, Egipto e Índia. Estas tradições incluíam a colocação de pedras em partes específicas do corpo, usando-as para tratamento e protecção; o seu uso em cerimónias religiosas era frequente. As “curandeiras” incluíam frequentemente esta prática, na gravidez e no trabalho de parto. Estes curandeiros do povo nativo usavam pedras aquecidas para diminuir o desconforto da menstruação, e a aplicação de pedras frias para reduzir a velocidade das hemorragias.
A Grécia antiga e a Cultura Romana têm registado na sua longa história, muitas formas de massagem e de trabalho corporal. O império Romano é notável pela criação dos banhos romanos. Esta tradição ainda está hoje presente na forma de práticas de hidroterapia modernas. Os romanos usavam pedras em saunas, que combinavam com os banhos de imersão quentes, com os efeitos refrescantes da pedra mármore nas piscinas de água fria.
Indicações e Benefícios
Como praticante de massagem terapêutica, estamos familiarizados com o potencial físico corpo/mente, e influências energéticas na massagem nos nossos clientes. Existem vários estudos que comprovam os efeitos positivos da massagem, nos sistemas linfáticos, musculo esqueléticos, endócrino, nervoso, cardiovascular e digestivo.
A hidroterapia e a aplicação do calor e do frio para produzir efeitos terapêuticos remontam aos tempos antigos. Introduzindo as pedras em protocolos de massagens, estas potenciam os efeitos terapêuticos devido ao calor ou frio conforme a patologia em causa. O cliente beneficia da experiência, somada pelo potenciamento do calor ou frio sem que o terapeuta tenha que introduzir um protocolo em separado da massagem normal de relaxamento.
A aplicação de calor e frio causa mudanças fisiológicas previsíveis no corpo, que tem efeitos terapêuticos positivos. A aplicação de calor e frio pode ser geral ou local, de curta ou duração prolongada. As pedras quentes e frias podem também ser utilizadas em simultâneo, causando um efeito antagónico muito agradável.
Os Efeitos de Calor e Frio
A aplicação de calor tem um efeito vasodilatador, em que promove a circulação, aumenta o metabolismo, o tempo de resposta à inflamação, diminui a dor, o espasmo muscular, diminui a tensão nos tecidos moles (músculos), incrementa a temperatura do corpo. A aplicação de frio tem um efeito vasoconstritor. O efeito imediato a curto prazo é a estimulação. O uso prolongado do frio diminui o metabolismo, diminui as inflamações, a dor, tonifica os músculos, e tem um efeito analgésico. As aplicações do frio podem aumentar ou diminuir a circulação dependendo da temperatura específica: quanto menor for a temperatura maior será a diminuição da circulação.
As pedras podem ser usadas para uma massagem de corpo inteiro ou para um trabalho específico numa determinada área do corpo. A combinação do calor das pedras (ou frio), os óleos essenciais, e os efeitos energéticos das pedras, produzem uma sensação profunda e penetrante de relaxamento e bem-estar.
Trabalhar com as pedras tem também benefícios para o terapeuta. Como “trabalhadores do corpo” preocupamo-nos sempre com o desgaste dos nossos pulsos mãos e dedos. Este método de massagem produz menos tensão nos pulsos e mãos do terapeuta devido à partilha do calor. Devido ao calor, peso e densidade das pedras o terapeuta não tem que trabalhar tanto a nível físico pois tem a “ajuda” das pedras que proporcionam um efeito mais penetrante e profundo nos tecidos. E para finalizar, o terapeuta pode ainda desfrutar dos efeitos energéticos das pedras e dos óleos essenciais.
Tai Ji Quan (Tai Chi Chuan) / Qi Gong (Chi Kung)
O TAI CHI CHUAN e o CHI KUNG são prácticas internas chinesas ancestrais, hoje genericamente conhecidas também como EXERCÍCIOS ENERGÉTICOS.
Se não é possível evitar o stress, aprenda a lidar com ele!
Cada vez mais Homens e Mulheres modernos, com vidas preenchidas por diversas actividades e o inevitável STRESS que as acompanha, procuram práticas que lhes permita recuperar energias e ofereçam um pouco de serenidade e paz interna.
O Tai Chi Chuan é uma opção perfeita uma vez quer combina movimento (actividade física) com meditação, desenvolvimento pessoal, alegria, postura, respiração, serenidade e, sobretudo, saúde.
Logo nas primeiras semanas de prática percebe-se a influência na vida cotidiana, diminuindo a irritabilidade e reacções explosivas.
A tranquilidade e o equilíbrio conquistados durante e através dos exercícios estendem-se para o dia a dia tornando-se, com a continuidade da prática, irreversíveis.
Reflexologia
Pensa-se que um estado prolongado de stress Constitui um fator principal em cerca de 70% das doenças.
A Hipertensão Arterial e as doenças cardiovasculares são os mais conhecidos efeitos do stress, mas outros problemas poderão surgir, tais como: Distúrbios gastintestinais,dores de cabeça, insónias, etc...
Um sistema imunológico debilitado devido a uma constante tensão nervosa pode igualmente conduzir um indivíduo a uma situação de doença.
O Tratamento Reflexológico é o ideal para situações de Stess, tensão nervosa ,porque induz a um relaxamento profundo, permitindo a recuperação do sistema nervoso .
O relaxamento é a palavra chave durante o tratamento e é o 1º passo para um estado natural de equilíbrio.
Existem muitas outras situações que podem beneficiar com a prática da reflexologia. Esta é uma forma de tratamento natural, simples, segura e eficaz e com resultados surpreendentes.
Fitoterapia
Embora muitas vezes usada em comunhão com as demais técnicas, a Fitoterapia é a principal expressão das Terapias Chinesas.
O poder curativo das ervas, flores, folhas, raízes e outros elementos vegetais (colhidos em determinado local e época específica) está registado na história desta medicina há mais de quatro mil anos.
Ao todo distinguem-se cerca de três mil plantas usadas, em chá, cápsulas, pós ou pomadas, com fins terapêuticos. Ou seja, para tratamento de doenças crónicas, redução de efeitos secundários de medicamentos, prevenção de maleitas ou solucionamento de desequilíbrios não detectáveis pela alopatia mas passíveis de resultar em consequências nefastas.
Seja para tratar um problema imediato, como matar um vírus, fortalecer o organismo, ajudando-o a restabelecer-se ou para manter um estado saudável, as ervas medicinais chinesas são sempre combinadas de acordo com o diagnóstico do paciente e os seus sintomas específicos e de modo a equilibrar a polaridade Yin - Yang.
Dada a sua complexidade, a Fitoterapia apenas pode ser praticada por especialistas que saibam como reforçar um efeito combinando várias ervas medicinais e, tão importante quanto isso, reduzir o efeito indesejado de uma determinada erva necessária à cura.
Fitoterapia é o método de tratamento de doenças através das plantas medicinais e a forma mais antiga e fundamental de medicina da Terra.
Há mais de 6000 anos o homem vem testando e escolhendo instintivamente as melhores plantas medicinais para curar as suas doenças.
No nosso século, a medicina deu mais importância à utilização de antibióticos e remédios, e a medicina natural, passada de geração em geração foi esquecida.
A fitoterapia é uma terapia com a propriedade de curar males profundos e integralmente, de maneira não agressiva, pois estimula as defesas naturais do organismo.
Fito = Planta e Terapia = Tratamento. A palavra fitoterapia significa "cura através das plantas", conhecimento esse que os nossos antepassados já possuíam e utilizavam.
Na natureza encontramos o que há de melhor em vitaminas, diuréticos, anti-inflamatórios, cicatrizantes,
Esta forma terapêutica que se ocupa com o equilíbrio nutricional do indivíduo, observa os vários factores que agem sobre as pessoas com o objectivo de manter um estado de harmonia energética e possibilitar, com eficácia, a solução da maioria dos problemas simples, que representam 95% dos casos em geral.
O uso de plantas medicinais e aromáticas pela população mundial tem aumentado muito nos últimos tempos. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que cerca de 80% da população mundial fazem uso de algum tipo de erva de forma a conseguir alívio para sintomas dolorosos ou desagradáveis.
Guasha
Com origem na pré-história, nomeadamente em comunidades indígenas que tinham por hábito ou instinto esfregar o corpo para aliviar sintomas de dor, a Guasha é uma das técnicas mais comuns na Medicina Tradicional Chinesa.
A palavra traduzida à letra significa raspar e na prática o processo terapêutico consiste em raspar a pele, com um objecto especial, tais como um chifre ou pedaço de pedra de jade - este último instrumento é mais comum.
Nos tratamentos é colocado um óleo especial sobre ao corpo, na zona de tratamento. A pele é raspada até se apresentar vermelha. É curioso referir que as áreas que têm desordens começam a apresentar, além da vermelhidão exterior, uma pigmentação mais profunda como se tratasse de sangue pisado.
Esta "hemorragia interna" é, de acordo com a MTC, sinónimo de estagnação dos fluidos vitais e da energia dos Meridianos. Mas graças ao óleo utilizado, o paciente não sente dor durante ou depois do tratamento. Aliás, sente até alívio, uma vez que a Guasha tem por objectivo normalizar o fluxo energético e consequentemente curar e aliviar dores.
Por seu turno, a pele não fica lesada e a pigmentação desaparece dentro de poucos dias, sem deixar vestígios.
Os fantásticos efeitos da Guasha devem-se à sua actuação simultânea na pele, dos tecidos conjuntivos, do sistema linfático, do Meridianos, nos músculos, nos vasos sanguíneos e, por último, nos órgãos internos.
Na verdade o simples gesto de raspar tem efeitos tão benéficos como a massagem, a moxabustão, a drenagem linfática o terapias de oxigenação e estimulação do sistema imunológico!
A lista de doenças passíveis de serem tratadas vasta. Destaque-se o reumatismo, as enxaquecas, fadiga crónica, dores nas costas e região cervical, ciática, problemas digestivos, asma, desordens metabólicas, angina de peito, hipertensão, deficiências do sistema imunológico, etc.
Massagem Tui Na
Os Benefícios da Massagem Chinesa Tui-Na
Entre as diversas manifestações da Medicina tradicional Chinesa, a Tui Na é aquela que melhor junta o útil ao agradável. No entanto, não é o carácter meramente relaxante que fez esta prática corporal viajar cerca de cinco mil anos no tempo, a "render" os gloriosos imperadores no passado e a assumir grande protagonismo nos cuidados de saúde na China actual.
A razão desta persistente viagem reside num poder de cura, que teve origem nos reflexos de defesa instintiva que o ser humano "aprendeu" na noite dos tempos, servindo as virtudes de feiticeiros e curandeiros, e que depois foi evoluindo para vários processos terapêuticos seguidos por diferentes escolas e ramos académicos. Ensinada, desde 1956, com a maior exigência científica em várias universidades chinesas, a Tui Na é uma das áreas de tratamento do Centro de Terapias Chinesas, que também organiza cursos sobre este método de cura - seguro, sem efeitos secundários, eficaz no combate e prevenção de doenças e, como "bónus", considerado um verdadeiro "elixir" da longevidade.
Desde problemas dos órgãos internos, passando por hipertensão, excesso de peso ou doenças nervosas, até paralisias o número de patologias curáveis por esta prática corporal é praticamente ilimitado, sendo muitas vezes a terapia combinada com outros processos das Medicinas Chinesas para, em conjunto, potenciarem os efeitos desejados.
Os pacientes, embora sintam na pele os benefícios do tratamento com duração sempre superior a 20 minutos e número de sessões variável, não deixam mesmo assim de ficar intrigados com os poderes de uma simples massagem.
Na verdade, a Tui Na é tudo menos uma simples massagem, ou pelo menos aquilo que o termo significa no Ocidente.
Se entre nós, a significação de massagem terapêutica se restringe a uma prática de manipulação local e normalmente periférica, no Oriente é extensível à acção que desempenha no sistemas nervoso, reprodutor, digestivo, circulatório e aos benefícios que trás aos tecidos cutâneos, à circulação sanguínea e também à estrutura óssea.
Resumindo: à saúde integral do individuo, das vertentes física, emocional e psíquica.
Em vez de actuarem tão-somente na massa muscular e no sistema de locomoção, que eventualmente relaxa o indivíduo pelos efeitos obtidos a esses níveis, as diferentes técnicas da Tui Na têm por objectivo regular a função dos meridianos, equilibrando o respectivo fluxo de energia: sedá-la se estiver em excesso e tonificá-la caso esteja enfraquecida, expelindo os factores patogénicos da doença.
Na verdade, na longa evolução da Tui Na, tanto a experiência como mais recentemente o saber científico têm vindo a comprovar que esta terapia tem ainda extraordinários efeitos na recuperação das funções de tendões, ossos e ligamentos, na circulação dos líquidos orgânicos e do sangue , fortalecendo-o.
Nesta ordem de ideias, esta prática ancestral vai ao cerne da questão. Não se limita a curar dores de cabeça, dores de costas, dificuldades no andar ou outros sintomas que além de dolorosos trazem por trás outros problemas piores ou que poderão tornar-se mais graves.
À imagem dos restantes métodos das Medicinas Chinesas, resolve a razão dos problemas pela raiz e frequentemente detecta e corrige sinais patológicos que, embora às vezes ainda não visíveis, poderão manifestar-se e perigosamente enraizar-se no indivíduo.
A massagem Tui Na é uma das mais antigas artes de cura da medicina tradicional chinesa.
Embora a massagem Tui Na seja praticada na China á mais de 4 mil anos, sendo ainda hoje utilizada nos hospitais e clínicas de todo o país, só recentemente passou a ser conhecida no Ocidente.
O nome Tui Na vem do chinês e traz consigo a natureza vigorosa da pratica da mesma:
“Tui” significa empurrar e “Na” significa segurar com força.
Tui Na, como é aplicada na China, trata de casos que no Ocidente exigem a ajuda de um osteopata, fisioterapeuta, etc.
Ela é mais eficaz do que qualquer uma destas especialidades, uma vez que não actua apenas nos músculos e nas articulações, mas também num nível mais profundo, produzindo efeitos no fluxo de energia vital da vida no corpo.
Na teoria chinesa esta energia da vida, chamada Qi é a força que impulsiona toda a vida.
No corpo, a energia Qi corre em canais chamados meridianos e fornece energia para todos os órgãos e tecidos do corpo.
O sistema de meridianos será explicado de uma forma mais detalhada posteriormente.
Tui Na requer pressão nos meridianos e em pontos específicos.
Esta pressão interfere no fluxo de Qi, fazendo com que esta se mova livre e calmamente por todo o corpo.
A boa distribuição de Qi no corpo tem efeitos profundos em todos os aspectos do bem-estar emocional, intelectual, espiritual e físico.
A medicina chinesa acredita que todas as doenças são causadas por desequilíbrios e bloqueios no fluxo de Qi.
Quando o fluxo de Qi está equilibrado a pessoa sente-se relaxada, confiante, cheio de energia e entusiasmo.
São muitos os factores físicos e emocionais que impedem o fluxo de Qi no corpo. Esses factores podem ser divididos em duas categorias gerais: excessos e deficiências.
Excessos comuns no estilo de vida ocidental incluem: stress, muito trabalho e alimentação exagerada, enquanto que as deficiências mais comuns são: dieta pobre, pouco exercício físico e poucas horas de sono.
Moxabustão
Dentro da temática abrangente que é a Medicina Tradicional Chinesa existem vários processos terapêuticos desenvolvidos de modo a dar respostas específicas a cada problema de saúde.
A moxabustão é um desses processos, que embora pouco conhecido no Ocidente é reconhecido no Oriente como um dos mais eficazes para curar as ditas doenças frias, lentas ou crónicas, em pessoas de constituição fraca, pouco enérgicas, friorentas ou com pouca resistência ao frio. Ou seja, pessoas com excesso de energia Yin.
A característica que particulariza a moxabustão é a utilização de rolos de artemísia prensada, que se acendem como o incenso e se aproximam a 2/3 cm de pontos energéticos localizados nos Meridianos da Acupunctura.
O calor penetra a pele sua e uniformemente. Passados cerca de 30 segundos, o calor começa a incomodar. Afasta-se a moxa durante alguns segundos e repete-se a operação até que a pele fique vermelha (a aplicação é de aproximadamente 3 minutos em cada ponto).
Variantes desta apresentação em rolo são pequenos cones à base de artemísia ou mesmo bolas minúsculas colocadas nas agulhas de Acupunctura. Mas seja qual for a opção, o objectivo é sempre o mesmo: transmitir calor ao corpo e provocar a saída do frio.
Embora as moxas sejam especialmente indicadas para a cura das doenças frias, os indivíduos Yang (musculosos e hiperactivos) com doenças quentes (dores agudas, febre, rubor, excitação) também podem ser tratados com este método. Contudo, a recuperação não é tão acentuada e requer um maior controlo por parte do terapeuta de MTC.
Um dos grandes "milagres" conseguidos com a Moxabustão é o tratamento do reumatismo crónico. Tanto as pessoas do tipo Yin como do tipo Yang notam grande alívio nos sintomas de dor.
Ventosas
A aplicação de sucção na pele, através de calor ou pressão de ar, é muito comum nas Medicinas Chinesas. Veja aqui tudo o que cura e como é aplicado no CTC...
Tudo começou com Ge Hong, um alquimista e herbalista taoista que, entre 281-341 d.C ficou famoso por usar chifres de animais para drenar pústulas.
A cura era garantida. E a verdade é que o método ficou para durar nas Medicinas Tradicionais Chinesas, nas quais ficou conhecido por técnica das ventosas.
Baseado na aplicação de sucção na pele, através de calor ou pressão de ar, o tratamento é hoje utilizado para combater a estagnação sanguínea e para promover a livre circulação da energia vital, tendo especial eficácia no alívio de dores.
Embora mantenha a sua raiz ancestral, a técnica evoluiu ao longo dos tempos: na Dinastia Tang foi usada para a cura da tuberculose e outra doenças pulmonares; na Dinastia Qing os chifres foram substituídos por objectos de cerâmica e/ou bambo para a cura de dores abdominais, dores de cabeça e vários outros "sintomas frios" e "vento húmido" na energia dos Meridianos.
Método Moderno
No século XX, a MTC começou a utilizar copos aquecidos para obter o efeito de sucção: o ar quente dentro dos copos tem uma densidade baixa e à medida que arrefece junto à pele, a pressão dentro do copo diminui, arrepanhando a pele.
Nas últimas décadas generalizou-se, então, a aplicação de uma bomba de ar especial num objecto (plástico ou vidro) em forma de copo ou pequena jarra, que pode ter tamanhos e formatos diferentes (consoante a zona do corpo a tratar) e que provoca um efeito de sucção semelhante à do calor.
Hoje em dia, o tratamento das ventosas é especialmente indicado para alívio de dores, desordens gastro-intestinais, doenças pulmonares, paralisias, tensões musculares crónicas ou calcificações das articulações, actuando também no sistema nervoso (é ideal para combater o stress).
Tratamento no CTC
O actual processo das ventosas com vácuo é também mais prático: a bomba de ar pode ter graus de sucção controláveis e o risco de queimar o paciente acidentalmente é nulo!
No CTC são usados estes objectos de vácuo com ímanes (para estimular a circulação de energia Yin Yang e potenciar o efeito) e um pico (não dói!) para fazer uma simulação de tratamento de Acupunctura, em simultâneo.
O copo é colocado na pele cerca de 15 minutos e, em alguns casos, movido pelo terapeuta com auxílio de óleos específicos, provocando uma sucção numa zona mais abrangente. O efeito assemelha-se ao Gua Sha, que também combate a estagnação sanguínea.
No método das ventosas, pele fica marcada, nas zonas pressionadas pelo rebordo do copo e nas áreas de deslizamento. Mas não se assuste. é assim mesmo e o alívio das dores é visível!
Na verdade, embora as zonas marcadas pareçam dolorosas não são. As marcas na pele causadas pelo bordo do copo desaparecem depressa. As áreas mais escuras podem levar alguns dias até desaparecer. O paciente tem uma sensação de calor na região de tratamento, uma vez que o calor e o sangue são puxados para a superfície.
O tratamento das ventosas pode ser independente ou combinado com outras práticas das Medicinas Chinesas.
Massagem Ayurvédica
Ayurveda tem as suas raízes na cultura Indiana, é mencionada nas escrituras sagradas (Vedas) e Depressão e Ansiedade.
Já se tornou comum conhecer alguém que está em depressão.
Algumas pessoas não admitem que estão tristes e sem se aperceberem acabam por se esconderem da sociedade, perdem o interesse pelas coisas, não têm prazer pela vida.
Tornam-se irritadiças e zangadas, muitas vezes, tentam dormir e não conseguem ou dormem demasiado, perdendo a capacidade e o ritmo das suas obrigações diárias.
As consequências podem ser tensão, stress, cefaleia, deficiência nutricional, problemas da tiróide, endometriose (em mulheres), alergias, dores de estômago, entre outras.
Na perspectiva da medicina chinesa, esta doença pode ser causada por diferentes factores. O excesso de preocupações desgasta a energia do baço.
A irritação eleva a energia do fígado.
A tristeza retira a energia dos pulmões e a euforia e excitação em excesso ferem a energia do coração.
Da mesma forma as fobias e os ataques de pânico ferem os rins e o medo a vesícula.
Estamos constantemente preocupados com o emprego, a família e a saúde entre outros.
O baço juntamente com o estômago e os intestinos, é responsável por retirar a energia dos alimentos e das bebidas e distribuí-la por todo o corpo, através do seu meridiano, e a nível emocional aumenta a preocupação.
Um vazio energético no baço produz o aumento da retenção de líquidos e promove a perda da massa muscular o que origina cansaço, flacidez, a cabeça pesada e consequentemente a desmotivação.
Se o nosso cérebro anda com demasiadas preocupações, diminui-mos a energia do baço e ficamos extremamente cansados, moles e com os músculos pesados. Sentimos que não temos força e não conseguimos reagir.
Esta sensação de incapacidade provoca tristeza, que está associada à energia do pulmão, que por sua vez promove a angústia e pressão no peito.
A falta de energia prejudica também os outros órgãos, o sangue não circula bem e retira energia ao coração, o que provoca distúrbios no sono, irritação e stress e o aumento da energia do fígado este aumento torna-nos ainda mais tensos e fatigados.
Na Medicina Chinesa, que segue a filosofia Taoista, para chegarmos a um diagnóstico preciso da depressão e da ansiedade, trabalhamos com os Cinco Elementos (Madeira, Fogo, Terra, Metal e Água).
O fígado está associado ao elemento Madeira e o baço ao elemento Terra.
Do mesmo modo que na natureza a terra alimenta a madeira, esgotando a terra (por isso é que temos de a nutrir novamente), na MTC quando o fígado tem energia em excesso, o baço está sem energia.
Esta falta de energia tem como consequências a falta de motivação, perturbações no apetite, inibição física e intelectual, desvalorização pessoal e pensamentos associados à morte.
Todas estas desordens são funcionais, ou seja, não correspondem a lesões em órgãos, o as torna resistentes ao tratamento.
A Medicina Chinesa tem respostas eficazes para o tratamento da ansiedade e da depressão.
Além da Acupunctura nos meridianos do fígado, coração e rins e outros pontos (variáveis de pessoa para pessoa) para restabelecer o equilíbrio da energia e das emoções, a Fitoterapia também dá respostas eficazes.
Vem sendo praticada desde á 5000 anos.
Segundo a mitologia Hindu, no princípio os seres humanos eram imortais, unos com o Cosmos.
O Homem começou em determinado momento a interagir com o ambiente, violando as leis da natureza, alterando assim a sua harmonia interna e desta forma surgiu a doença e consequente morte do corpo.
Os sábios da Índia (sadhis) através da meditação iluminada receberam o conhecimento da longa vida, Ayurveda, para ajudar o homem a combater a doença e o sofrimento.
A massagem Ayurveda é indicada no tratamento de algumas patologias mas regra geral é praticada para a conservação da saúde.
É aconselhada a massagem regular bem como uma alimentação equilibrada, ioga e meditação.
A massagem ayurveda distingue-se de outras massagens terapêuticas pela sua forma e amplitude de acção.
Há todo um ritual na massagem que envolve não só o corpo mas também o relaxamento mental e a harmonia com o espírito.
Desta feita a massagem ayurveda decorre num ambiente tranquilo com som apropriado, luz e aromas que lhe são próprios.
É realizada no chão sobre um colchão fino.
A massagem ayurveda respeita o sentido energético do corpo e utiliza o antigo conhecimento dos chacras, ou centros de energia interna.
São também realizadas manobras de tracção em conjunto com a massagem, que decorre com a ajuda de óleos apropriados á constituição individual.
Todo o trabalho fundamenta-se na necessidade de reequilibrar o ser humano com a eterna harmonia interior, ligando-o ao cosmos novamente e desta forma contribuindo para o aumento da longevidade, felicidade e auto-realização.
A massagem ayurveda tem um alcance surpreendente porque age directamente na fonte, ou seja, no equilíbrio interno do indivíduo.
Ao reequilibrar todo o organismo este encontra a sua cura porque é a saúde que é natural ao corpo.
Com a harmonização do corpo, mente e espírito não existe lugar para a doença pois esta resulta da desordem.
Uma das muitas características próprias de Ayurveda é o conceito de dosha.
Toda a matéria surge através dos cinco elementos: água, terra, fogo, ar e éter.
Estes cinco elementos combinam-se entre si dando origem a três humores corporais: kapha, Pitta e vata.
Cada ser humano tem em si uma combinação única que é formada no momento da concepção, com predominância de um ou mais doshas.
Através do ambiente externo e de hábitos ao longo da vida, o organismo sofre desequilíbrios que alteram o prakriti, ou constituição individual.
A massagem ayurveda auxilia na harmonização dos doshas, restaurando a saúde e o bem-estar.
Aromaterapia
Terapêutica que utiliza Óleos Essenciais 100% puros para a prevenção e/ou tratamento auxiliar de problemas físicos,psicológicos e energéticos,com o objectivo de proporcionar o bem-estar geral no ser humano. É utilizada para tratar a pele, auxilia na cura de doenças comuns, além de relaxar o corpo e a mente.
Drenagem Linfática
Drenagem Linfática é sinónimo de saúde. Além de cuidar da parte estética, também proporciona um excelente efeito terapêutico. Como benefícios, a Drenagem Linfática elimina gorduras localizadas, proporciona relaxamento, eliminando também líquidos e toxinas do organismo. Ajuda na redução de varizes, pré e pós-cirúrgia plástica, lipoaspiração e gravidez. Melhora o aspecto da pele, activando a circulação Sanguínea e Linfática .
Conheça os benefícios, que, são tanto Terapêuticos quanto Estéticos:
Elimina gorduras localizadas e líquidos do organismo;
Indicada: Pré e Pós-cirurgico;
Ajuda a diminuir varizes e microvarizes;
Melhora o aspecto da pele, activando a circulação;
Proporciona um agradável relaxamento;
Auxilia no Tratamento TPM, aliviando as cólicas;
Trabalha o bom funcionamento do intestino;
Elimina toxinas do corpo.
Massagem com Pedras Geotermais
Pedras quentes e frias, um sopro de bem-estar
O uso de pedras e de pedras semipreciosas com fins curativos data de há muitos milhares de anos.
Documentos escritos e histórias que foram transmitidas verbalmente confirmam que os Chineses usavam pedras aquecidas há mais de dois mil anos como meio de melhorar a função dos órgãos internos. As pedras também eram usadas com fins curativos na América Norte, América do Sul, África, Egipto e Índia. Estas tradições incluíam a colocação de pedras em partes específicas do corpo, usando-as para tratamento e protecção; o seu uso em cerimónias religiosas era frequente. As “curandeiras” incluíam frequentemente esta prática, na gravidez e no trabalho de parto. Estes curandeiros do povo nativo usavam pedras aquecidas para diminuir o desconforto da menstruação, e a aplicação de pedras frias para reduzir a velocidade das hemorragias.
A Grécia antiga e a Cultura Romana têm registado na sua longa história, muitas formas de massagem e de trabalho corporal. O império Romano é notável pela criação dos banhos romanos. Esta tradição ainda está hoje presente na forma de práticas de hidroterapia modernas. Os romanos usavam pedras em saunas, que combinavam com os banhos de imersão quentes, com os efeitos refrescantes da pedra mármore nas piscinas de água fria.
Indicações e Benefícios
Como praticante de massagem terapêutica, estamos familiarizados com o potencial físico corpo/mente, e influências energéticas na massagem nos nossos clientes. Existem vários estudos que comprovam os efeitos positivos da massagem, nos sistemas linfáticos, musculo esqueléticos, endócrino, nervoso, cardiovascular e digestivo.
A hidroterapia e a aplicação do calor e do frio para produzir efeitos terapêuticos remontam aos tempos antigos. Introduzindo as pedras em protocolos de massagens, estas potenciam os efeitos terapêuticos devido ao calor ou frio conforme a patologia em causa. O cliente beneficia da experiência, somada pelo potenciamento do calor ou frio sem que o terapeuta tenha que introduzir um protocolo em separado da massagem normal de relaxamento.
A aplicação de calor e frio causa mudanças fisiológicas previsíveis no corpo, que tem efeitos terapêuticos positivos. A aplicação de calor e frio pode ser geral ou local, de curta ou duração prolongada. As pedras quentes e frias podem também ser utilizadas em simultâneo, causando um efeito antagónico muito agradável.
Os Efeitos de Calor e Frio
A aplicação de calor tem um efeito vasodilatador, em que promove a circulação, aumenta o metabolismo, o tempo de resposta à inflamação, diminui a dor, o espasmo muscular, diminui a tensão nos tecidos moles (músculos), incrementa a temperatura do corpo. A aplicação de frio tem um efeito vasoconstritor. O efeito imediato a curto prazo é a estimulação. O uso prolongado do frio diminui o metabolismo, diminui as inflamações, a dor, tonifica os músculos, e tem um efeito analgésico. As aplicações do frio podem aumentar ou diminuir a circulação dependendo da temperatura específica: quanto menor for a temperatura maior será a diminuição da circulação.
As pedras podem ser usadas para uma massagem de corpo inteiro ou para um trabalho específico numa determinada área do corpo. A combinação do calor das pedras (ou frio), os óleos essenciais, e os efeitos energéticos das pedras, produzem uma sensação profunda e penetrante de relaxamento e bem-estar.
Trabalhar com as pedras tem também benefícios para o terapeuta. Como “trabalhadores do corpo” preocupamo-nos sempre com o desgaste dos nossos pulsos mãos e dedos. Este método de massagem produz menos tensão nos pulsos e mãos do terapeuta devido à partilha do calor. Devido ao calor, peso e densidade das pedras o terapeuta não tem que trabalhar tanto a nível físico pois tem a “ajuda” das pedras que proporcionam um efeito mais penetrante e profundo nos tecidos. E para finalizar, o terapeuta pode ainda desfrutar dos efeitos energéticos das pedras e dos óleos essenciais.
Tai Ji Quan (Tai Chi Chuan) / Qi Gong (Chi Kung)
O TAI CHI CHUAN e o CHI KUNG são prácticas internas chinesas ancestrais, hoje genericamente conhecidas também como EXERCÍCIOS ENERGÉTICOS.
Se não é possível evitar o stress, aprenda a lidar com ele!
Cada vez mais Homens e Mulheres modernos, com vidas preenchidas por diversas actividades e o inevitável STRESS que as acompanha, procuram práticas que lhes permita recuperar energias e ofereçam um pouco de serenidade e paz interna.
O Tai Chi Chuan é uma opção perfeita uma vez quer combina movimento (actividade física) com meditação, desenvolvimento pessoal, alegria, postura, respiração, serenidade e, sobretudo, saúde.
Logo nas primeiras semanas de prática percebe-se a influência na vida cotidiana, diminuindo a irritabilidade e reacções explosivas.
A tranquilidade e o equilíbrio conquistados durante e através dos exercícios estendem-se para o dia a dia tornando-se, com a continuidade da prática, irreversíveis.
Reflexologia
Pensa-se que um estado prolongado de stress Constitui um fator principal em cerca de 70% das doenças.
A Hipertensão Arterial e as doenças cardiovasculares são os mais conhecidos efeitos do stress, mas outros problemas poderão surgir, tais como: Distúrbios gastintestinais,dores de cabeça, insónias, etc...
Um sistema imunológico debilitado devido a uma constante tensão nervosa pode igualmente conduzir um indivíduo a uma situação de doença.
O Tratamento Reflexológico é o ideal para situações de Stess, tensão nervosa ,porque induz a um relaxamento profundo, permitindo a recuperação do sistema nervoso .
O relaxamento é a palavra chave durante o tratamento e é o 1º passo para um estado natural de equilíbrio.
Existem muitas outras situações que podem beneficiar com a prática da reflexologia. Esta é uma forma de tratamento natural, simples, segura e eficaz e com resultados surpreendentes.
Fitoterapia
Embora muitas vezes usada em comunhão com as demais técnicas, a Fitoterapia é a principal expressão das Terapias Chinesas.
O poder curativo das ervas, flores, folhas, raízes e outros elementos vegetais (colhidos em determinado local e época específica) está registado na história desta medicina há mais de quatro mil anos.
Ao todo distinguem-se cerca de três mil plantas usadas, em chá, cápsulas, pós ou pomadas, com fins terapêuticos. Ou seja, para tratamento de doenças crónicas, redução de efeitos secundários de medicamentos, prevenção de maleitas ou solucionamento de desequilíbrios não detectáveis pela alopatia mas passíveis de resultar em consequências nefastas.
Seja para tratar um problema imediato, como matar um vírus, fortalecer o organismo, ajudando-o a restabelecer-se ou para manter um estado saudável, as ervas medicinais chinesas são sempre combinadas de acordo com o diagnóstico do paciente e os seus sintomas específicos e de modo a equilibrar a polaridade Yin - Yang.
Dada a sua complexidade, a Fitoterapia apenas pode ser praticada por especialistas que saibam como reforçar um efeito combinando várias ervas medicinais e, tão importante quanto isso, reduzir o efeito indesejado de uma determinada erva necessária à cura.
Fitoterapia é o método de tratamento de doenças através das plantas medicinais e a forma mais antiga e fundamental de medicina da Terra.
Há mais de 6000 anos o homem vem testando e escolhendo instintivamente as melhores plantas medicinais para curar as suas doenças.
No nosso século, a medicina deu mais importância à utilização de antibióticos e remédios, e a medicina natural, passada de geração em geração foi esquecida.
A fitoterapia é uma terapia com a propriedade de curar males profundos e integralmente, de maneira não agressiva, pois estimula as defesas naturais do organismo.
Fito = Planta e Terapia = Tratamento. A palavra fitoterapia significa "cura através das plantas", conhecimento esse que os nossos antepassados já possuíam e utilizavam.
Na natureza encontramos o que há de melhor em vitaminas, diuréticos, anti-inflamatórios, cicatrizantes,
Esta forma terapêutica que se ocupa com o equilíbrio nutricional do indivíduo, observa os vários factores que agem sobre as pessoas com o objectivo de manter um estado de harmonia energética e possibilitar, com eficácia, a solução da maioria dos problemas simples, que representam 95% dos casos em geral.
O uso de plantas medicinais e aromáticas pela população mundial tem aumentado muito nos últimos tempos. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que cerca de 80% da população mundial fazem uso de algum tipo de erva de forma a conseguir alívio para sintomas dolorosos ou desagradáveis.
Guasha
Com origem na pré-história, nomeadamente em comunidades indígenas que tinham por hábito ou instinto esfregar o corpo para aliviar sintomas de dor, a Guasha é uma das técnicas mais comuns na Medicina Tradicional Chinesa.
A palavra traduzida à letra significa raspar e na prática o processo terapêutico consiste em raspar a pele, com um objecto especial, tais como um chifre ou pedaço de pedra de jade - este último instrumento é mais comum.
Nos tratamentos é colocado um óleo especial sobre ao corpo, na zona de tratamento. A pele é raspada até se apresentar vermelha. É curioso referir que as áreas que têm desordens começam a apresentar, além da vermelhidão exterior, uma pigmentação mais profunda como se tratasse de sangue pisado.
Esta "hemorragia interna" é, de acordo com a MTC, sinónimo de estagnação dos fluidos vitais e da energia dos Meridianos. Mas graças ao óleo utilizado, o paciente não sente dor durante ou depois do tratamento. Aliás, sente até alívio, uma vez que a Guasha tem por objectivo normalizar o fluxo energético e consequentemente curar e aliviar dores.
Por seu turno, a pele não fica lesada e a pigmentação desaparece dentro de poucos dias, sem deixar vestígios.
Os fantásticos efeitos da Guasha devem-se à sua actuação simultânea na pele, dos tecidos conjuntivos, do sistema linfático, do Meridianos, nos músculos, nos vasos sanguíneos e, por último, nos órgãos internos.
Na verdade o simples gesto de raspar tem efeitos tão benéficos como a massagem, a moxabustão, a drenagem linfática o terapias de oxigenação e estimulação do sistema imunológico!
A lista de doenças passíveis de serem tratadas vasta. Destaque-se o reumatismo, as enxaquecas, fadiga crónica, dores nas costas e região cervical, ciática, problemas digestivos, asma, desordens metabólicas, angina de peito, hipertensão, deficiências do sistema imunológico, etc.
Massagem Tui Na
Os Benefícios da Massagem Chinesa Tui-Na
Entre as diversas manifestações da Medicina tradicional Chinesa, a Tui Na é aquela que melhor junta o útil ao agradável. No entanto, não é o carácter meramente relaxante que fez esta prática corporal viajar cerca de cinco mil anos no tempo, a "render" os gloriosos imperadores no passado e a assumir grande protagonismo nos cuidados de saúde na China actual.
A razão desta persistente viagem reside num poder de cura, que teve origem nos reflexos de defesa instintiva que o ser humano "aprendeu" na noite dos tempos, servindo as virtudes de feiticeiros e curandeiros, e que depois foi evoluindo para vários processos terapêuticos seguidos por diferentes escolas e ramos académicos. Ensinada, desde 1956, com a maior exigência científica em várias universidades chinesas, a Tui Na é uma das áreas de tratamento do Centro de Terapias Chinesas, que também organiza cursos sobre este método de cura - seguro, sem efeitos secundários, eficaz no combate e prevenção de doenças e, como "bónus", considerado um verdadeiro "elixir" da longevidade.
Desde problemas dos órgãos internos, passando por hipertensão, excesso de peso ou doenças nervosas, até paralisias o número de patologias curáveis por esta prática corporal é praticamente ilimitado, sendo muitas vezes a terapia combinada com outros processos das Medicinas Chinesas para, em conjunto, potenciarem os efeitos desejados.
Os pacientes, embora sintam na pele os benefícios do tratamento com duração sempre superior a 20 minutos e número de sessões variável, não deixam mesmo assim de ficar intrigados com os poderes de uma simples massagem.
Na verdade, a Tui Na é tudo menos uma simples massagem, ou pelo menos aquilo que o termo significa no Ocidente.
Se entre nós, a significação de massagem terapêutica se restringe a uma prática de manipulação local e normalmente periférica, no Oriente é extensível à acção que desempenha no sistemas nervoso, reprodutor, digestivo, circulatório e aos benefícios que trás aos tecidos cutâneos, à circulação sanguínea e também à estrutura óssea.
Resumindo: à saúde integral do individuo, das vertentes física, emocional e psíquica.
Em vez de actuarem tão-somente na massa muscular e no sistema de locomoção, que eventualmente relaxa o indivíduo pelos efeitos obtidos a esses níveis, as diferentes técnicas da Tui Na têm por objectivo regular a função dos meridianos, equilibrando o respectivo fluxo de energia: sedá-la se estiver em excesso e tonificá-la caso esteja enfraquecida, expelindo os factores patogénicos da doença.
Na verdade, na longa evolução da Tui Na, tanto a experiência como mais recentemente o saber científico têm vindo a comprovar que esta terapia tem ainda extraordinários efeitos na recuperação das funções de tendões, ossos e ligamentos, na circulação dos líquidos orgânicos e do sangue , fortalecendo-o.
Nesta ordem de ideias, esta prática ancestral vai ao cerne da questão. Não se limita a curar dores de cabeça, dores de costas, dificuldades no andar ou outros sintomas que além de dolorosos trazem por trás outros problemas piores ou que poderão tornar-se mais graves.
À imagem dos restantes métodos das Medicinas Chinesas, resolve a razão dos problemas pela raiz e frequentemente detecta e corrige sinais patológicos que, embora às vezes ainda não visíveis, poderão manifestar-se e perigosamente enraizar-se no indivíduo.
A massagem Tui Na é uma das mais antigas artes de cura da medicina tradicional chinesa.
Embora a massagem Tui Na seja praticada na China á mais de 4 mil anos, sendo ainda hoje utilizada nos hospitais e clínicas de todo o país, só recentemente passou a ser conhecida no Ocidente.
O nome Tui Na vem do chinês e traz consigo a natureza vigorosa da pratica da mesma:
“Tui” significa empurrar e “Na” significa segurar com força.
Tui Na, como é aplicada na China, trata de casos que no Ocidente exigem a ajuda de um osteopata, fisioterapeuta, etc.
Ela é mais eficaz do que qualquer uma destas especialidades, uma vez que não actua apenas nos músculos e nas articulações, mas também num nível mais profundo, produzindo efeitos no fluxo de energia vital da vida no corpo.
Na teoria chinesa esta energia da vida, chamada Qi é a força que impulsiona toda a vida.
No corpo, a energia Qi corre em canais chamados meridianos e fornece energia para todos os órgãos e tecidos do corpo.
O sistema de meridianos será explicado de uma forma mais detalhada posteriormente.
Tui Na requer pressão nos meridianos e em pontos específicos.
Esta pressão interfere no fluxo de Qi, fazendo com que esta se mova livre e calmamente por todo o corpo.
A boa distribuição de Qi no corpo tem efeitos profundos em todos os aspectos do bem-estar emocional, intelectual, espiritual e físico.
A medicina chinesa acredita que todas as doenças são causadas por desequilíbrios e bloqueios no fluxo de Qi.
Quando o fluxo de Qi está equilibrado a pessoa sente-se relaxada, confiante, cheio de energia e entusiasmo.
São muitos os factores físicos e emocionais que impedem o fluxo de Qi no corpo. Esses factores podem ser divididos em duas categorias gerais: excessos e deficiências.
Excessos comuns no estilo de vida ocidental incluem: stress, muito trabalho e alimentação exagerada, enquanto que as deficiências mais comuns são: dieta pobre, pouco exercício físico e poucas horas de sono.
Moxabustão
Dentro da temática abrangente que é a Medicina Tradicional Chinesa existem vários processos terapêuticos desenvolvidos de modo a dar respostas específicas a cada problema de saúde.
A moxabustão é um desses processos, que embora pouco conhecido no Ocidente é reconhecido no Oriente como um dos mais eficazes para curar as ditas doenças frias, lentas ou crónicas, em pessoas de constituição fraca, pouco enérgicas, friorentas ou com pouca resistência ao frio. Ou seja, pessoas com excesso de energia Yin.
A característica que particulariza a moxabustão é a utilização de rolos de artemísia prensada, que se acendem como o incenso e se aproximam a 2/3 cm de pontos energéticos localizados nos Meridianos da Acupunctura.
O calor penetra a pele sua e uniformemente. Passados cerca de 30 segundos, o calor começa a incomodar. Afasta-se a moxa durante alguns segundos e repete-se a operação até que a pele fique vermelha (a aplicação é de aproximadamente 3 minutos em cada ponto).
Variantes desta apresentação em rolo são pequenos cones à base de artemísia ou mesmo bolas minúsculas colocadas nas agulhas de Acupunctura. Mas seja qual for a opção, o objectivo é sempre o mesmo: transmitir calor ao corpo e provocar a saída do frio.
Embora as moxas sejam especialmente indicadas para a cura das doenças frias, os indivíduos Yang (musculosos e hiperactivos) com doenças quentes (dores agudas, febre, rubor, excitação) também podem ser tratados com este método. Contudo, a recuperação não é tão acentuada e requer um maior controlo por parte do terapeuta de MTC.
Um dos grandes "milagres" conseguidos com a Moxabustão é o tratamento do reumatismo crónico. Tanto as pessoas do tipo Yin como do tipo Yang notam grande alívio nos sintomas de dor.
Ventosas
A aplicação de sucção na pele, através de calor ou pressão de ar, é muito comum nas Medicinas Chinesas. Veja aqui tudo o que cura e como é aplicado no CTC...
Tudo começou com Ge Hong, um alquimista e herbalista taoista que, entre 281-341 d.C ficou famoso por usar chifres de animais para drenar pústulas.
A cura era garantida. E a verdade é que o método ficou para durar nas Medicinas Tradicionais Chinesas, nas quais ficou conhecido por técnica das ventosas.
Baseado na aplicação de sucção na pele, através de calor ou pressão de ar, o tratamento é hoje utilizado para combater a estagnação sanguínea e para promover a livre circulação da energia vital, tendo especial eficácia no alívio de dores.
Embora mantenha a sua raiz ancestral, a técnica evoluiu ao longo dos tempos: na Dinastia Tang foi usada para a cura da tuberculose e outra doenças pulmonares; na Dinastia Qing os chifres foram substituídos por objectos de cerâmica e/ou bambo para a cura de dores abdominais, dores de cabeça e vários outros "sintomas frios" e "vento húmido" na energia dos Meridianos.
Método Moderno
No século XX, a MTC começou a utilizar copos aquecidos para obter o efeito de sucção: o ar quente dentro dos copos tem uma densidade baixa e à medida que arrefece junto à pele, a pressão dentro do copo diminui, arrepanhando a pele.
Nas últimas décadas generalizou-se, então, a aplicação de uma bomba de ar especial num objecto (plástico ou vidro) em forma de copo ou pequena jarra, que pode ter tamanhos e formatos diferentes (consoante a zona do corpo a tratar) e que provoca um efeito de sucção semelhante à do calor.
Hoje em dia, o tratamento das ventosas é especialmente indicado para alívio de dores, desordens gastro-intestinais, doenças pulmonares, paralisias, tensões musculares crónicas ou calcificações das articulações, actuando também no sistema nervoso (é ideal para combater o stress).
Tratamento no CTC
O actual processo das ventosas com vácuo é também mais prático: a bomba de ar pode ter graus de sucção controláveis e o risco de queimar o paciente acidentalmente é nulo!
No CTC são usados estes objectos de vácuo com ímanes (para estimular a circulação de energia Yin Yang e potenciar o efeito) e um pico (não dói!) para fazer uma simulação de tratamento de Acupunctura, em simultâneo.
O copo é colocado na pele cerca de 15 minutos e, em alguns casos, movido pelo terapeuta com auxílio de óleos específicos, provocando uma sucção numa zona mais abrangente. O efeito assemelha-se ao Gua Sha, que também combate a estagnação sanguínea.
No método das ventosas, pele fica marcada, nas zonas pressionadas pelo rebordo do copo e nas áreas de deslizamento. Mas não se assuste. é assim mesmo e o alívio das dores é visível!
Na verdade, embora as zonas marcadas pareçam dolorosas não são. As marcas na pele causadas pelo bordo do copo desaparecem depressa. As áreas mais escuras podem levar alguns dias até desaparecer. O paciente tem uma sensação de calor na região de tratamento, uma vez que o calor e o sangue são puxados para a superfície.
O tratamento das ventosas pode ser independente ou combinado com outras práticas das Medicinas Chinesas.
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